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Ziad al-Nakhala, o chefe da Jihad Islâmica, um grupo extremista islâmico armado, afirmou neste domingo (8) que está com mais de 30 reféns que foram sequestrados.
No sábado (7), o Hamas, um outro grupo extremista islâmico armado, atacou Israel em diversas frentes. Foi um ataque-surpresa contra o território israelita a partir de Gaza. O principal porta-voz militar de Israel chamou o ataque de “o pior massacre de civis inocentes na história de Israel”. Centenas de pessoas foram mortas. Ainda durante o sábado, Israel fez bombardeios contra a Faixa de Gaza como resposta. Segundo as forças israelenses, os alvos são lugares ligados ao Hamas.
A Jihad Islâmica é uma outra organização, mas eventualmente ela e o Hamas fazem ações conjuntas.
Al-Nakhala, da Jihad Islâmica, disse que os reféns só serão repatriados “quando todos os nossos prisioneiros forem liberados”. Ele se refere aos palestinos que estão em prisões de Israel.
O governo de Israel indicou que cerca de 100 pessoas foram sequestradas pelos combatentes do Hamas.
Em uma entrevista à agência Associated Press, líderes palestinos afirmaram que não se sabe ao certo quantos reféns foram sequestrados, mas que todos estão “em locais seguros” em Gaza. Uma autoridade que pediu para não ter a identidade revelada afirmou que o número é algo –ele disse “várias dezenas”.
Entre os reféns, há uma francesa, um casal de mexicanos e, de acordo com a Secretaria de Estado dos Estados Unidos, também há americanos.


