
Os rebeldes Houthi do Iêmen criticaram no domingo (4) os ataques em curso dos Estados Unidos e do Reino Unido, alegando que as suas capacidades militares são resistentes a tais ataques.
Os EUA e o Reino Unido atingiram pelo menos 30 alvos Houthi no Iêmen no sábado, com as forças americanas atingindo um míssil de cruzeiro anti-navio Houthi adicional na manhã de domingo.
Num comunicado publicado no Telegram, o porta-voz dos Houthis, Mohammad Abdul Salam, destacou a “resiliência” e o “aprimoramento gradual” das capacidades militares dos Houthis, dizendo que elas “não são fáceis de destruir”. Ele também alertou que as greves aumentariam as tensões regionais.
“A continuação da agressão americano-britânica contra o nosso país não alcançará nenhum objetivo para os agressores, mas sim aumentará as suas questões e problemas ao nível regional”, disse ele.
A declaração também reafirmou o apoio dos Houthis aos palestinos. O grupo afirmou que os seus ataques ao transporte marítimo global no Mar Vermelho – que motivaram os ataques dos EUA e do Reino Unido – visam pressionar Israel a pôr fim à sua ofensiva em Gaza.



