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Família de Deolane financiou protestos na frente da cadeia, diz desembargador

Rafael Vieira/DP Foto

Na decisão que manteve Deolane Bezerra atrás das grades, o desembargador Eduardo Guilliod Maranhão, da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), afirmou que familiares da influenciadora financiaram manifestantes para protestar na frente da cadeia e pressionar a Justiça para soltá-la.

Essa foi uma das justificativas usadas pelo magistrado para concordar em deixar Deolane encarcerada na Colônia Penal Feminina de Buíque, no Agreste, a cerca de 280 quilômetros de distância do Recife. Superlotada e conhecida por abrigar as chamadas “Canibais de Garanhuns”, a unidade fica distante de grandes centros urbanos. O habeas corpus foi julgdo na quarta-feira (11/9)

Alvo da Operação Integration, Deolane Bezerra, de 36 anos, é investigada por suposto esquema de lavagem de dinheiro por meio de jogos de azar e de empresa de apostas. Ela alega inocência e diz que os valores contestados na investigação são oriundos das suas atividade publicitárias.

Com mandado de prisão preventiva em seu desfavor, a influenciadora deu entrada, no dia 4 de setembro, na Colônia Penal Feminina do Recife, onde ficou cinco dias. Com cartazes e até queima de fogos, dezenas de fãs se aglomeraram no portão da cadeia e promoveram tumultos.

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