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Explosão no Afeganistão deixa 16 mortos e 24 feridos

16 pessoas morreram e outras 24 ficaram feridas nesta quarta-feira (30) por uma explosão em uma madraça (escola islâmica) na cidade de Aybak, no norte do Afeganistão, informou um médico de um hospital local.

“São todos crianças e pessoas comuns”, disse à AFP o médico de um hospital desta cidade, capital da província de Samangan, e que pediu para não ser identificado.

Não houve reivindicação imediata de responsabilidade. Mas a afiliada afegã do grupo Estado Islâmico vem travando uma campanha de violência que aumentou desde que o Talibã assumiu o poder em agosto de 2021.

O EI realizou bombardeios visando em particular a minoria muçulmana xiita do Afeganistão, mas também alvejou mesquitas e madraças sunitas, especialmente aquelas ligadas ao Talibã.

Maior vulcão ativo do mundo entra em erupção no Havaí após 40 anos

O Mauna Loa, o maior vulcão ativo do mundo, entrou em erupção pela primeira vez em quase 40 anos no Havaí.

A lava começou a fluir pouco antes da 0h desta segunda (28) na cratera. O Mauna Loa é um dos cinco vulcões do Parque Nacional dos Vulcões do Havaí.

“Neste momento, os fluxos de lava estão contidos na área da cratera e não ameaçam as comunidades nas encostas”, disse o USGS, o serviço geológico americano, em seu site, pedindo aos residentes da área que revisem os procedimentos de preparação.

Embora a erupção na principal ilha deste estado remoto dos Estados Unidos no Pacífico permaneça dentro da bacia na parte superior do vulcão, chamada caldeira vulcânica, “os fluxos de lava podem se mover rapidamente ladeira abaixo”, alertou o USGS.

Pela manhã, o escritório de monitoramento de vulcões do USGS tuitou: “A lava parece ter fluído para fora da caldeira, mas, por enquanto, as fontes eruptivas permanecem confinadas à caldeira”.

A agência disse que o Observatório de Vulcões do Havaí estava em contato com a equipe de gestão de emergência e conduziria um reconhecimento aéreo sobre o vulcão, de 4.168 metros de altitude, o mais rápido possível.

Autoridades do Havaí disseram que nenhuma ordem de retirada foi emitida, embora a área da cratera e várias estradas na região estivessem fechadas.

Uma webcam do USGS posicionada na borda norte do topo de Mauna Loa mostrou longas e brilhantes fissuras eruptivas dentro da cratera vulcânica, que contrastavam com a escuridão da noite.

O arquipélago do Havaí tem seis vulcões ativos. O Mauna Loa, o maior da Terra, entrou em erupção 33 vezes desde 1843, de acordo com o USGS.
A erupção mais recente, em 1984, durou 22 dias e produziu fluxos de lava que chegaram a até em torno de 7 quilômetros de Hilo, cidade onde hoje vivem cerca de 44 mil pessoas.

Protestos na China: jornalista da BBC é detido durante cobertura

A polícia chinesa espancou um jornalista da BBC em Xangai e o prendeu brevemente enquanto ele cobria protestos que varrem o país contra o lockdown imposto pelo governo por causa da Covid-19.

Ed Lawrence foi detido no principal protesto da cidade no domingo (27/11) por várias horas antes de ser libertado.

“É muito preocupante que um de nossos jornalistas tenha sido atacado desta forma enquanto cumpria suas funções”, disse a BBC.
O governo da China disse que Lawrence não apresentou suas credenciais de imprensa.

Ele estava filmando a multidão no maior protesto do país em Xangai, na Wulumuqi Middle Road, no domingo. Imagens amplamente compartilhadas nas redes sociais mostraram vários policiais agarrando Lawrence e prendendo-o no chão.

Lawrance foi espancado e chutado por policiais e depois levado algemado.

A BBC descreveu a prisão de seu jornalista como “extremamente preocupante”.

Em comunicado, a emissora britânica informou não ter recebido explicação ou pedido de desculpas oficial da China, “além de uma alegação dos funcionários que mais tarde o libertaram de que o prenderam para seu próprio bem, pois corria o risco de contrair Covid-19 na multidão”.

“Não consideramos esta uma explicação credível.”

Em uma entrevista a jornalistas nesta segunda-feira (28/11), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China não mencionou a violência policial e a prisão de um jornalista estrangeiro credenciado.

“Com base no que soubemos das autoridades relevantes de Xangai, ele não se identificou como jornalista e não apresentou voluntariamente suas credenciais de imprensa”, disse o porta-voz Zhao Lijian.

Protestos contra o governo chinês e suas políticas anti-Covid eclodiram em várias cidades depois que um incêndio mortal na região oeste de Xinjiang matou 10 pessoas na semana passada.

Muitos acreditam que os moradores não conseguiram escapar do incêndio em uma torre de apartamentos na cidade de Urumqi por causa das restrições.

As autoridades locais rebateram as acusações.

A raiva do público pela tragédia — apenas o mais recente de uma série de desastres atribuídos às medidas anti-Covid — se transformou em protestos de rua em várias cidades chinesas.

Boxeador mexicano acusa Messi de desrespeitar seu país e faz ameaça: “Melhor ele rezar a Deus”

Canelo Alvarez, boxeador mexicano, acusou o craque Lionel Messi de desrespeitar a camisa do México na comemoração da vitória. Através das redes sociais, na madrugada desta segunda-feira (28), Canelo ameaçou o jogador argentino.

“Viram o Messi limpando o chão com a nossa camisa e bandeira???? É melhor ele rezar a Deus para que eu não o encontre. Assim como eu respeito a Argentina, tem que respeitar o México!! Não estou falando do país (Argentina), estou falando do Messi”, disse Canelo numa sequência de tweets.

Canelo se refere a um vídeo publicado pelo zagueiro da Argentina, Nicolás Otamendi. Na gravação, é possível ver os jogadores argentinos comemorando e cantando uma música da torcida, após a vitória importante contra o México.

Perto de Messi, há uma camisa mexicana no chão. Em um momento, o camisa dez se levanta para cantar e pisa no uniforme.

Torcedores argentinos e fãs de Canelo tentaram justificar que o ato foi um “vacilo” de Messi. No entanto, o mexicano continuou enfático nas críticas. “Só de a camisa do México estar no chão já é um insulto”, respondeu nas redes sociais.

Argentina e México ainda jogam na Copa do Mundo. Os albicelestes enfrentam a Polônia, enquanto os mexicanos encaram a Arábia Saudita. As partidas acontecem na próxima quarta-feira (30).

China registra quinta alta seguida nos casos diários de Covid-19

A China registrou a quinta alta consecutiva no número de casos diários de Covid-19. No domingo (27), foram 40.052 novas infecções de cidadãos locais, pouco acima dos 39.506 casos informados no sábado (26).

Não foram notificadas novas mortes por Covid-19 no país, que até o momento registra 5.233 vítimas fatais pela doença desde o início da pandemia.

No fim de semana, manifestantes foram às ruas de várias cidades cgubesas para pedir a saída do presidente Xi Jinping e o fim do modelo de lockdown e da política de “Covid zero” adotado no país.

Em Xangai, cidade mais populosa da China e principal centro econômico do país, foram registrados 144 novos casos de Covid-19 no domingo, 14 acima do notificado no sábado.

Milhares de pessoas foram às ruas para protestar contra as restrições impostas pelo governo. Os atos ocorrem depois de um incêndio matar 10 pessoas num bloco de apartamentos em Urumqi, capital da região autônoma de Xinjiang.

Houve acusações de que os bombeiros tiveram o trabalho dificultado por portas trancadas e outros controles, o que foi negado por autoridades.

Nesta segunda (28), um grupo de manifestantes gritou contra os testes de Covid-19 enquanto segurava papéis em branco, o que se tornou um símbolo de protesto na China nos últimos dias.

No sábado, autoridades informaram que restrições seriam flexibilizadas em algumas cidades chinesas. Com a decisão, serviços que tinham sido interrompidos, como táxis, trens e ônibus, serão retomados.

Incêndio mortal na China aumenta indignação contra a política “zero covid”

Um incêndio mortal na região de Xinjiang, no noroeste da China, desencadeou uma onda de indignação com a política de “zero covid”, num momento em que o país luta contra o cansaço da população com essa estratégia de contenção do coronavírus.

Dez pessoas morreram e nove ficaram feridas em um incêndio que atingiu um prédio residencial na capital regional de Urumqi na noite de quinta-feira (24), segundo a agência de notícias estatal Xinhua.

Comentários nas mídias sociais chinesas e internacionais desde sexta-feira (25) apontaram que os extensos confinamentos pela Covid-19 da cidade prejudicaram os esforços de resgate.

Alguns vídeos pareciam mostrar multidões protestando nas ruas de Urumqi contra as medidas.

A crescente frustração com a política de tolerância zero contra a covid também gerou protestos em outras cidades.

A China é a última das principais economias a seguir uma estratégia “zero covid”, com confinamentos, quarentenas extensas e testes em massa para erradicar os surtos que surgem.

“Levantem os confinamentos”
Imagens parcialmente verificadas pela AFP mostram centenas de pessoas reunidas do lado de fora dos escritórios do governo local de Urumqi gritando “levantem os bloqueios”.

Em outro vídeo, dezenas de pessoas marcham por um bairro da zona leste da cidade, gritando o mesmo slogan.

Os jornalistas da AFP conseguiram verificar a localização dos vídeos, mas não conseguiram determinar quando os protestos ocorreram.

A onda de descontentamento atingiu a rede social chinesa Weibo, onde foram postadas alegações de que veículos elétricos estacionados que ficaram sem energia durante os confinamentos impediram que carros de bombeiros entrassem em uma rua estreita para chegar ao prédio em chamas.

As autoridades chinesas censuram o conteúdo da Internet que consideram politicamente sensível e supostamente removeram vários comentários sobre o incêndio.

A polícia de Urumqi disse no Weibo na sexta-feira que prendeu uma mulher de sobrenome Su por “espalhar rumores na Internet” sobre o número de vítimas no acidente.

Uma investigação preliminar revelou que o incêndio foi causado por uma placa de tomada no quarto da família de um dos apartamentos, de acordo com a televisão estatal CCTV.

O resgate foi complicado pela “falta de vagas de estacionamento e um grande número de veículos particulares em ambos os lados” de uma rua estreita que leva ao prédio, disse o chefe dos bombeiros local, Li Wensheng, a repórteres.

Controles sanitários confinaram algumas comunidades em Urumqi, uma cidade de quatro milhões de habitantes, por semanas.

Após os protestos, as autoridades disseram que a cidade “basicamente reduziu as transmissões sociais a zero” e “restaurará a ordem normal de vida dos moradores em áreas de baixo risco de maneira ordenada”.

A China também testemunhou protestos em uma enorme fábrica com foco de Covid-19 na cidade de Zhengzhou, o que levou a manifestações por salários e condições de trabalho.

Bruxelas tem cenas de tumulto após jogo entre Bélgica e Marrocos

Manifestantes entraram em confronto com a polícia em Bruxelas neste domingo (27) após o jogo entre Marrocos e Bélgica na Copa do Mundo do Catar. Torcedores passaram a se enfrentar após a derrota da Bélgica para o Marrocos.

Registros nas redes sociais e reportagens em jornais locais apontam para cenas de vandalismo e depredação de veículos e equipamentos públicos, destruição e fogo em vias públicas. A polícia tenta dispersar os manifestantes com jatos de água.

O prefeito de Bruxelas, Philippe Close, condenou os ataques. “Condeno veementemente os incidentes desta tarde. A polícia já interveio com firmeza. Aconselho, portanto, os apoiantes a não virem ao centro da cidade. A polícia usa todos os seus meios para manter a ordem pública. Também pedi a eles que procedessem às prisões administrativas dos manifestantes.”

A Bélgica tem cerca de 11,6 milhões de habitantes e cerca de 500 mil pessoas com pais marroquinos ou de origem marroquina. Em Bruxelas, eles se concentram em regiões específicas. Estudo feito em 2014 aponta que o estado belga buscou estimular a imigração marroquina na década de 1960 para garantir mão-de-obra no setor mineiro e industrial, uma vez que tinha dificuldade de recrutar trabalhadores europeus. O documento afirma que descendentes de imigrantes tendem a melhorar sua posição social em comparação com a de seus pais, mas essa melhora é menos acentuada do que para belgas do mesmo nível socioeconômico. E que o desafio para autoridades belgas é reduzir as dificuldades socioeconômicas dessa população.

Copa
Com a vitória, Marrocos lidera, momentaneamente, o Grupo F. A seleção africana tem quatro pontos após vencer a Bélgica e empatar com a Croácia. A Bélgica vem na segunda colocação, com três pontos, conquistados ao vencer o Canadá.

Em caso de uma vitória croata, o time fica com o mesmo número de pontos do Marrocos, e o desempate vai para o saldo de gols. Caso o Canadá vença, o Marrocos segue na liderança e o time da américa do norte iguala os três pontos da Bélgica.

A próxima partida do Marrocos acontece na quinta-feira, dia 1 de dezembro, contra o Canadá. Já a Bélgica duela com a Croácia também na quinta-feira. As duas partidas acontecem simultaneamente às 12h.

Imigração para Portugal: Brasileiros trocam Lisboa por interior em busca de menor custo de vida

Morar em Lisboa foi um plano que a gaúcha Aline Dorneles, de 34 anos, precisou realinhar quando decidiu que se mudaria para Portugal.

“Era meu sonho morar em Lisboa, sempre gostei muito da cidade. Só que quando sentei para fazer as contas, vi que não dava”, diz. “Vim para o interior pelo custo de vida menor e pela qualidade de vida.”

Ao considerar o preço de aluguel na capital portuguesa e em cidades menores — além da oportunidade de, no interior, fazer mestrado com bolsa de estudos —, a brasileira optou por viver em Leiria, município com 128 mil habitantes na região central de Portugal, a 75km de Coimbra.

A decisão de Aline Dorneles representa um movimento mais amplo, como revelam os dados oficiais do governo português sobre o total de imigrantes nas diferentes áreas do país. (Leia abaixo o relato de Aline e de outros brasileiros que vivem em cidades menores em Portugal)

Uma análise do aumento da população estrangeira residente nos diferentes distritos de Portugal em dez anos (2011 a 2021) mostra que sete outros distritos tiveram um crescimento de imigrantes proporcionalmente maior do que Lisboa. São eles: Braga, Beja, Castelo Branco, Porto, Viana do Castelo, Bragança e Leiria.

Os brasileiros são a principal comunidade estrangeira em Portugal — um terço dos imigrantes residentes no país, segundo dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). São mais de 250 mil brasileiros registrados em Portugal.

A BBC News Brasil conversou com imigrantes brasileiros em Portugal e com especialistas para entender suas motivações — e ouvir o que avaliam como pontos positivos e negativos da vida nas cidades portuguesas menores.

A especialista em estudos migratórios Thaís França, pesquisadora do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa, diz que tem percebido esse movimento focado no interior e concentra a explicação nos preços de moradia em Lisboa.

“Lisboa está ficando insuportavelmente cara. Ainda mais para brasileiro, que é acostumado com apartamento grande — com dois, três banheiros —, morar em Lisboa está impossível”, diz.

As condições de vida em cidades menores, se comparadas ao subúrbio das grandes cidades, pode ser atraente, a pesquisadora diz. “Entre morar no subúrbio de Lisboa e Porto, que tem o tempo com deslocamento, é preferível morar em cidade menor com melhor qualidade de vida, sem parte daquele perrengue que brasileiros passam com trânsito, transporte público.”

Segundo dados divulgados em outubro pela imprensa portuguesa, houve um aumento de 10% nos aluguéis de contratos firmados de julho a setembro em Lisboa e Porto, em relação ao trimestre anterior. Os dados são do Índice de Rendas Residenciais, apurados pela Confidencial Imobiliário.

A plataforma colaborativa Numbeo, que reúne e compara dados sobre custo em diferentes cidades, aponta que um apartamento de um quarto no centro de Lisboa custa cerca de 1.170 euros (770 euros fora do centro), enquanto em Leiria os preços estariam, respectivamente, em 750 euros e 570 euros.

Manifestantes na China protestam contra lockdown e política de ‘Covid zero’

A política chinesa de “Covid zero” foi alvo de protestos no país na noite de sábado (27). Cerca de 300 manifestantes foram às ruas de Xangai, cidade mais populosa da China e principal centro econômico do país, para alegar que o lockdown adotado pelo governo pode ter aumentado o número de mortes em um incêndio nesta semana.

Na última quinta-feira (24), um incêndio em um apartamento em Urumqi, na região de Xinjiang, deixou ao menos 10 pessoas mortas. Houve acusações de que bombeiros tiveram o trabalho dificultado por portas trancadas e outros controles, o que foi negado por autoridades.

O governo do presidente Xi Jinping tem recebido críticas pelo modelo que bloqueou o acesso a algumas áreas do país na tentativa de isolar todos os casos. A estratégia é diferente da adotada por outros países, que estão tentando conviver com o vírus de forma controlada.

O modelo chinês manteve o nível de infecção menor que o de países como os Estados Unidos. Mas o custo de manter isolamentos por muitos dias tem sido questionado por parte da população.

Os manifestantes pediram a saída de Xi Jinping e do Partido Comunista Chinês, o fim dos lockdowns e a paralisação de testes de Covid-19, de acordo com uma fonte da agência Associated Press.

Outros protestos foram registrados nas cidades de Nanjing, Chengdu e Chongquing, no sudoeste da China, e Urumqi e Korla, no noroeste.

No sábado, autoridades informaram que restrições em Urumqi e Korla seriam flexibilizadas. Com a decisão, serviços que tinham sido interrompidos, como táxis, trens e ônibus, serão retomados.

Milhares de pessoas ficam peladas pela arte em praia da Austrália

Milhares de pessoas se despiram neste sábado (26) na icônica praia de Bondi, em Sydney, na Austrália, para uma instalação de arte destinada a aumentar a conscientização sobre o câncer de pele e a segurança ao sol.

O famoso pico de surf se tornou uma praia de nudismo durante o dia, quando cerca de 2.500 voluntários tiraram suas roupas ao amanhecer e posaram para o fotógrafo Spencer Tunick.

As lentes estrategicamente focadas do fotógrafo americano buscavam proteger a intimidade dos ‘modelos’. Tunick deu instruções com um megafone de uma plataforma elevada.

O evento artístico “Fique nu para o Câncer de Pele” foi realizado em colaboração com uma instituição de caridade que incentiva os australianos a fazerem exames de pele.

O número de voluntários representa os mais de 2.000 australianos que morrem anualmente de câncer de pele.

“Passei metade da minha vida ao sol e alguns melanomas malignos foram removidos das minhas costas”, disse à AFP Bruce Fasher, um participante de 77 anos.

“Achei que era uma boa causa e adoro tirar a roupa na praia de Bondi”, acrescentou.

Deslizamento em ilha da Itália deixa 8 mortos

Oito pessoas morreram na ilha italiana de Ísquia quando um deslizamento de terra causado por fortes chuvas atingiu alguns edifícios, disse o ministro da Infraestrutura, Matteo Salvini, neste sábado (26).

“Há oito pessoas mortas no deslizamento de terra de Ísquia. As equipes de resgate estão trabalhando em condições difíceis”, disse ele durante um evento em Milão.

O corpo de bombeiros italiano twittou que uma tempestade que começou às 1h de Brasília e causou inundações e deslizamentos de terra na ilha.

“Estão em andamento buscas por pessoas desaparecidas” em Casamicciola Terme, uma das seis pequenas cidades de Ísquia, uma ilha vulcânica no Mar Tirreno a cerca de 30 km de Nápoles.

O corpo de bombeiros não forneceu detalhes sobre o número de desaparecidos e mencionou dificuldades para chegar à ilha com lanchas e helicópteros devido ao mau tempo.

Um carro foi arrastado para o mar e os dois ocupantes foram resgatados, informou o corpo de bombeiros no Twitter.

A primeira-ministra Giorgia Meloni disse estar em contato próximo com o ministro da Proteção Civil, Nello Musumeci, o Departamento de Proteção Civil e a Região da Campânia “para acompanhar a evolução da onda de mau tempo que atingiu Ísquia”.

“O governo expressa sua proximidade aos cidadãos e prefeitos dos municípios da ilha de Ischia e agradece às equipes de resgate empenhadas na busca dos desaparecidos”, disse ela.

Sobe para 271 número de mortos em terremoto na Indonésia

O número de mortos após o terremoto que atingiu a Indonésia na segunda-feira (21) subiu para 271, informou o governo local nesta nesta quarta-feira (23). Há ainda cerca de 40 desaparecidos e milhares de feridos, além de 7.060 pessoas que tiveram de deixar suas casas por conta do tremor, que atingiu Java e foi sentido também em Jacarta.

O diretor da Agência Nacional de Resgate e Buscas do governo indonésio, Henri Alfiandi, afirmou que a maioria das vítimas eram crianças que estavam na escola no momento do tremor, que ocorreu as 13h no horário local. Alfiandi afirmou ainda que o estado das estradas e de edifícios dificulta muito os trabalhos de buscas.

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos – que registra tremores no mundo inteiro -, o epicentro foi em Cianjur, na região ocidental de Java, a principal ilha do país e que fica a cerca de 75 quilômetros da capital do país, Jacarta.

O presidente da Indonésia, Joko Widodo, viajou à região nesta terça-feira para acompanhar os trabalhos de busca.

Autoridades de Cianjur disseram dezenas de prédios foram total ou parcialmente danificados. Houve também muitos feridos por conta das réplicas – em apenas duas horas após o tremor principal, a agência geofísica do país registrou 25 delas.

O tremor de magnitude 5,6, que aconteceu a uma profundidade de 10 km, foi fortemente sentido na área metropolitana de Jacarta, que tem centenas de prédios comerciais. Os arranha-céus da capital balançaram por mais de três minutos, e alguns foram evacuados.

Polícia confirma sete mortos em tiroteio em Walmart na Virgínia, nos EUA

A polícia da Virgínia, nos Estados Unidos, informou nesta quarta-feira (23) que sete pessoas morreram no atentado em uma unidade do Walmart no estado da Virgínia, nos Estados unidos, na noite de terça-feira (22).

O atirador, que a polícia suspeita ser um funcionário da loja, está entre as vítimas fatais.

As circunstâncias do tiroteio, que ocorreu na cidade costeira de Chesapeake, na Virginia, ainda não são claras. Às 22h12 de terça no horário local, a polícia respondeu a um relato de tiros dentro da loja, segundo o porta-voz da polícia de Chesapeake, Leo Kosinski.

Testemunhas relataram à imprensa local que o homem invadiu a sala de funcionários e atirou contra eles. Policiais ainda buscavam por pessoas que poderiam estar escondidas no interior da loja até a última atualização desta notícia.

Mas ainda não se sabe se o atirador, que não foi identificado, foi morto pela polícia ou se matou. O Walmart disse em comunicado nesta quarta (23) que estava “chocado” com o incidente em sua loja de Chesapeake e que estava trabalhando com as autoridades.

O episódio é o mais recente de uma intensa onda de casos similares que os Estados Unidos vive este ano. Há apenas três dias, um homem abriu fogo na boate Club Q, um tradicional bar gay na cidade de Colorado Springs, no Colorado. Cinco pessoas morreram, e outras 17 ficaram feridas.

Número de mortos em terremoto na Indonésia sobe para 268; muitos eram crianças

Equipes de resgate cavam entre os escombros nesta terça-feira (22) para encontrar sobreviventes de um forte terremoto que derrubou casas e edifícios em uma área altamente populosa da província de Java Ocidental, na Indonésia, matando pelo menos 268 pessoas.

Outras 151 pessoas continuam desaparecidas e mais de 1.000 ficaram feridas, informou a Agência Nacional de Gerenciamento de Desastres (BNPB) do país.

O terremoto de magnitude 5,6 atingiu a região de Cianjur, no oeste de Java, por volta das 13h21, horário local, na segunda-feira, a uma profundidade de 10 quilômetros, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), causando o colapso de edifícios enquanto as aulas escolares estavam em andamento.

A escala de mortes e destruição causadas pelo terremoto tornou-se cada vez mais clara nesta terça-feira, depois que as autoridades relataram discrepâncias anteriores no número de mortos.

Mais de 22 mil casas foram destruídas e mais de 58 mil pessoas foram deslocadas, disse o major-general Suharyanto do BNPB na terça-feira.

Fotos mostraram prédios reduzidos a escombros, com tijolos e pedaços de metal quebrado espalhados pelas ruas.

“A maioria dos que morreram eram crianças”, disse o governador de Java Ocidental, Ridwan Kamil, a repórteres na segunda-feira, acrescentando que o número de mortos provavelmente aumentará ainda mais. “Tantos incidentes ocorreram em várias escolas islâmicas.”

Os fortes tremores forçaram as crianças a fugir de suas salas de aula, de acordo com o grupo de ajuda Save the Children, que disse que mais de 50 escolas foram afetadas.

Mia Saharosa, professora de uma das escolas afetadas, disse que o terremoto “foi um choque para todos nós”, segundo o grupo.

Terremoto atinge a Indonésia e deixa 46 mortos

Quarenta e seis pessoas morreram e mais de 700 ficaram feriadas após um terremoto de magnitude 5,6 atingir a Indonésia nesta segunda-feira (21).

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos – que registra tremores no mundo inteiro -, o epicentro ocorreu em Cianjur, na região ocidental de Java, a principal ilha do país e que fica a cerca de 75 quilômetros da capital do país, Jacarta.

Segundo autoridades de Cianjur, há ainda centenas de desaparecidos, e dezenas de prédios foram total ou parcialmente danificados.

O tremor, que aconteceu a uma profundidade de 10 quilômetros, foi também fortemente sentido na área metropolitana de Jacarta, que tem centenas de prédios comerciais. Os arranha-céus da capital balançaram por mais de três minutos e alguns foram evacuados.

“Muitas pessoas também sofreram fraturas porque ficaram presas nos destroços dos edifícios”, afirmou o chefe de administração de Cianjur, Herman Suherman, ao canal Metro TV. “Isso é de um hospital, há quatro hospitais em Cianjur”.

“O terremoto foi tão forte. Meus colegas e eu decidimos sair de nosso escritório no nono andar com escadas de emergência”, contou Vidi Primadhania, funcionário público do sul de Jacarta.

A Indonésia, um vasto arquipélago de mais de 270 milhões de pessoas, é frequentemente atingida por terremotos, erupções vulcânicas e tsunamis devido à sua localização no “Anel de Fogo”, um arco de vulcões e falhas geológicas na Bacia do Pacífico.

É incomum, no entanto, que os tremores sejam sentidos em Jacarta.

Em fevereiro, um terremoto de magnitude 6,2 matou pelo menos 25 pessoas e feriu mais de 460 na província de Sumatra Ocidental. Em janeiro de 2021, um terremoto de magnitude 6,2 matou mais de 100 pessoas e feriu quase 6.500 na província de West Sulawesi.

Um forte terremoto e tsunami no Oceano Índico em 2004 mataram quase 230 mil pessoas em mais de dez países na região, mas a maioria das mortes ocorreu na Indonésia.