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Álvaro Porto diz se arrepender de apoio a Raquel em 2022: “Pior governo de Pernambuco”

Ao discursar, Álvaro Porto não poupou críticas à administração estadual /Foto: Maurício Ferry/DP Foto

Momentos depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarar apoio à pré-candidatura de João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco, um dos principais adversários da governadora Raquel Lyra (PSD) elevou o tom das críticas à gestão estadual. O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto (MDB), afirmou nesta segunda-feira (15) que se arrepende de ter apoiado a atual governadora nas eleições de 2022.

A declaração foi feita durante o lançamento do programa “Chega Junto Pernambuco”, realizado em Gravatá, no Agreste, evento que reuniu aliados de João Campos e serviu como mais um movimento de mobilização da pré-candidatura do ex-prefeito do Recife ao Palácio do Campo das Princesas.

Ao discursar, Porto não poupou críticas à administração estadual e classificou a gestão de Raquel Lyra como o “pior governo de Pernambuco”.

“É o pior governo de Pernambuco”, afirmou o presidente da Alepe. Em seguida, o tucano fez questão de declarar apoio ao projeto político liderado por João Campos para a sucessão estadual. “Em Pernambuco, política se faz com gratidão. Quem está na política é para trabalhar pelo povo. Eu escolhi estar ao lado de João Campos para governar Pernambuco”, declarou.

Durante o evento em Gravatá, Álvaro Porto também direcionou ataques à área da saúde, uma das frentes mais exploradas pela oposição ao governo estadual. O deputado citou denúncias recentes envolvendo o Hospital da Restauração, no Recife, e questionou prioridades da gestão.

A gente vê o pior caos na saúde desse estado, onde ratazanas passeiam em cima das mesas do refeitório da Restauração. Mas, enquanto isso, a governadora vive em um avião UTI, que era para servir aos pernambucanos, e vive andando de helicóptero”, afirmou.

A declaração faz referência a questionamentos levantados pela oposição sobre o uso de uma aeronave adquirida pelo Governo de Pernambuco para operações aeromédicas. Segundo reportagem publicada pela Folha de S.Paulo, o avião, um modelo King Air 260, foi comprado por R$ 64,3 milhões com recursos da Secretaria de Defesa Social (SDS), em 2025, e teria sido utilizado em deslocamentos da governadora para agendas institucionais e compromissos políticos.

O Governo de Pernambuco informou que as aeronaves citadas integram a frota pública estadual e são utilizadas somente em missões institucionais de interesse público. A gestão estadual negou que uso institucional da aeronave tenha prejudicado o atendimento à população, afirmando que outras aeronaves permanecem sempre à disposição para emergências médicas e operações policiais.

“Tentativa de voltar ao passado”, afirma Raquel Lyra sobre projeto político de João Campos

De acordo com Raquel Lyra, segurança pública em Pernambuco é a melhor desde 2004/Foto: Rafael Vieira/DP Foto

A governadora e pré-candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), afirmou que “ninguém é dono do povo”, em entrevista à revista Veja, publicada nesta sexta-feira (12). Ao responder sobre uma possível mudança ideológica no Nordeste, a gestora declarou que o cenário na região vai além de partidos e que nenhuma população pertence a um grupo político.

A questão é menos sobre partidos e mais sobre pessoas, como elas podem se unir para superar desafios que estão postos e fazer o estado crescer, o país crescer. Pernambuco não tem dono. O Nordeste não tem, nenhuma população tem”, garantiu Raquel.

Ao falar sobre o desempenho nas pesquisas locais e a virada sobre o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), na última pesquisa Datafolha, a governadora adotou cautela, mas atribuiu os resultados positivos às ações de sua gestão.

Pegamos um estado quebrado, sem dinheiro, que investia pouco. Arrumamos a casa. Destravamos obras paralisadas há doze, catorze anos. [O resultado] demonstra que nós estamos no caminho certo”, justificou a gestora, apontando ainda a melhora no ambiente de negócios e a atração de investimentos.

De acordo com ela, Pernambuco está “no melhor momento da segurança desde 2004”, com redução de 40% nos crimes contra o patrimônio nos cinco primeiros meses deste ano e o “maior investimento da história, R$ 2,3 bilhões”.

Pegamos o mesmo efetivo das polícias que havia em 2013. Não se faz segurança pública empurrando viatura sem combustível, com arma velha, dividindo colete à prova de bala, com fungos nas costas”, afirmou. A gestora pontuou também que o governo tem investido na construção de vagas em presídios.

Questionada sobre as diferenças entre ela e João, apontado pela Veja como um “um dos políticos mais promissores para o futuro da esquerda”, Raquel associou o adversário a “uma tentativa de voltar ao passado” e criticou gestões anteriores do PSB em Pernambuco.

“Quando cheguei, tinha muita coisa que tinha sido prometida, colocado propaganda na TV, mas o dinheiro não existia. Destravamos muitas obras”, afirmou. “É preciso se importar com a população, não como um número de likes, mas com a história dela, em como você pode ajudá-la”.

Dois palanques

No início da semana, o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias (PT), falou que a estratégia eleitoral do presidente Lula (PT), em Pernambuco, seria um palanque duplo com Raquel e João. No mesmo dia, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, declarou que o presidente terá palanque único, que seria com João.

Acho que é um momento de menos sectarização e mais construção de pontes. O PT tem toda a autonomia para discutir os rumos após as convenções. E a gente vai continuar no trabalho, porque restabelecemos a confiança do governo federal em Pernambuco”, declarou.

Em sua avaliação, a gestão anterior brigou com três presidentes da República, de campos ideológicos diferentes (Dilma, Temer e Bolsonaro). “O resultado foi Pernambuco ficar sem investimento. Somos um estado pobre, é preciso um governo que dialogue. Fizemos isso desde o primeiro momento, e Lula abriu as portas do governo para colocar Pernambuco de volta no mapa dos investimentos nacionais”.

Ao analisar a relação com o Palácio do Planalto, Raquel declarou que a abertura de portas resultou em um trabalho de qualidade para o povo. “Isso tem acontecido porque tenho tido a solidariedade do presidente Lula e de parte do PT”, frisou.

PL e PSD

Questionada se acenará para Flávio Bolsonaro (PL), caso não tenha apoio de Lula, a gestora respondeu que tem uma aliança em favor de Pernambuco. “Tenho apoios do PSOL ao PL de pessoas que compreendem que não se trata de partido, mas de um projeto de transformação que está dando certo. Não é sobre a próxima eleição”, disse ela. “Sobre eleição, vamos nos posicionar no momento correto”.

Em relação a Ronaldo Caiado, pré-candidato à presidência, a governadora afirmou respeitar a trajetória do ex-governador de Goiás e colega partidário.

O PSD tem legitimidade para apresentar candidato, somos o maior partido do Brasil em prefeituras. Mas, quando me filiei, após dois anos de conversas com Kassab, sempre ficou muito clara a liberdade que eu teria para conduzir o partido em Pernambuco. Guardo isso para me posicionar sobre esse tema nos próximos tempos. Não haverá surpresas”, declarou.

Real Time Big Data: Lula lidera todos os cenários de intenção de voto em PE

Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera todos os cenários de intenção de voto em Pernambuco, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (11).

No primeiro turno, Lula venceria com 57% dos votos, seguido de Flávio Bolsonaro, que aparece com 22% no levantamento. O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) aparecem empatados com 4% cada.

Na sequência, aparecem o ex-senador Aécio Neves (PSDB), o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (DC) empatados com 2% dos votos cada. Augusto Cury (Avante) e Cabo Daciolo (Mobiliza) empataram com 1% dos votos.

O total de votos brancos e nulos é de 2%, mesma porcentagem dos que não souberam ou não quiseram responder.

Em um eventual segundo turno, Lula aparece com 60% das intenções de voto, contra 34% de Flávio Bolsonaro. Brancos e nulos somam 3%, mesmo percentual dos indecisos.

Metodologia

A Real Time Big Data entrevistou 1.600 pessoas em Sergipe entre os dias 9 a 10 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-02795/2026.

João Campos amplia força da Frente Popular em Paulista

Segunda vereadora mais votada da cidade, Marcelly da Aquarela declarou apoio ao pré-candidato ao Governo de Pernambuco

O pré-candidato a governador de Pernambuco, João Campos, recebeu mais um importante apoio no projeto político da Frente Popular. Nesta terça-feira (9), a segunda vereadora mais votada de Paulista e pré-candidata a deputada federal, Marcelly da Aquarela, confirmou a sua presença na base de sustentação do ex-prefeito do Recife. O deputado estadual Mário Ricardo esteve presente na ocasião.

Marcelly é uma professora e enfermeira que está como vereadora e que vem se destacando muito no seu trabalho pelo povo de Paulista. Ela vem para o nosso time para somar, construindo junto com a gente um caminho para deputada federal para ampliar ainda mais a sua atuação”, ressaltou João Campos.

O pré-candidato vem conquistando apoios importantes e já conta com lideranças históricas de Paulista. Na última segunda-feira, ele recebeu o Título de Cidadão do município em um grande evento organizado pelos vereadores e foi ovacionado pela população.

TSE julga liminar que suspendeu pesquisa desfavorável a Flávio

O plenário do TSE deve julgar se mantém ou derruba uma decisão liminar do ministro Nunes Marques/MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve julgar nesta terça-feira (9), em sessão marcada para as 19h, se mantém ou derruba uma decisão liminar do ministro Nunes Marques que mandou suspender a divulgação de uma pesquisa que havia mostrado queda nas intenções de voto no senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência.

O levantamento fora realizado e divulgado em maio, após o vazamento de áudios nos quais Flávio aparece pedindo dinheiro para financiar um filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono de extinto Banco Master e investigado por fraudes financeiras bilionárias.

Pela decisão, a empresa responsável pela pesquisa eleitoral, a AtlasIntel, deve retirar o levantamento de seus canais de comunicação e interromper qualquer divulgação da pesquisa.

A decisão de Nunes Marques, que é presidente do TSE, é liminar, ou seja, tem caráter provisório e deve ser referendado ou não pelo plenário, que é composto, além dele, por mais seis ministros. São eles: André Mendonça, Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano Azevedo Marques Neto e Estela Aranha.

Na decisão, Marques concordou com os argumentos apresentados pelo PL, que alegou ter havido direcionamento negativo contra Flávio. O partido apontou que de 49 perguntas que compunham o questionário do levantamento, oito eram relativas ao Master e faziam ligação do pré-candidato com o escândalo financeiro, de forma indevida.

A sigla argumentou ainda que as perguntas, além de tendenciosas, foram feitas em sequência, influenciando o entendimento do entrevistado. Além disso, o partido alegou que áudio que embasou as perguntas ainda não teve a autenticidade auferida pela Justiça, motivo pelo qual não poderia ter embasado o levantamento.

O ministro escreveu que os argumentos da legenda são plausíveis e vão além da “mera discordância quanto às escolhas metodológicas da representada, mas envolve alegação objetiva de possível utilização do questionário como mecanismo de indução do entrevistado”.

AtlasIntel

Em nota divulgada após a liminar, o instituo AtlasIntel defendeu a pesquisa e disse que “a situação será devidamente esclarecida a partir da análise técnica dos fatos e da metodologia empregada e confiamos no colegiado do TSE para afirmar a robustez técnica e a legalidade do estudo“.

“Estou ao lado do povo pernambucano”, diz Raquel ao ser questionada sobre apoio a Lula

Governadora Raquel Lyra/Rafael Vieira / DP Foto

Durante entrevista à CNN, na manhã desta terça-feira (9), a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), não confirmou apoio direto ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante as eleições presidenciais em 2026. Apesar de não ter cravado um palanque para o petista, Lyra destacou a parceria mantida com o governo federal ao longo dos anos.

O governo federal e o presidente Lula têm se colocado à disposição de Pernambuco, e obras importantes acontecem no nosso estado. A relação com o presidente é baseada no trabalho e na entrega, que a gente conquistou com o presidente e seus ministros. Não é uma confiança de discurso, mas de quem quer trabalhar junto ao seu povo“, afirmou.

Ao ser questionada sobre a possibilidade de abrir palanque para Lula em Pernambuco, a governadora ressaltou que acredita em uma política que se faz com paz e união.

Eu disse, quando fui candidata em 2022, que iríamos tratar de Pernambuco, porque muitos estavam querendo nacionalizar a campanha, tratar de polarização, e o povo está cansado disso. Está cansado de quem quer dividir as pessoas. Eu acredito na política que se faz com paz e união, e é isso que a gente tem construído ao longo do tempo. Você me perguntou de que lado eu estava; eu digo que estou ao lado do povo pernambucano.”

Foco na gestão

Apesar de ser pré-candidata à reeleição, Raque Lyra salientou que está focada no mandato. “Nunca fiz uma eleição pensando na outra“, disse. Ao falar sobre a pesquisa Datafolha, em que aparece pela primeira vez à frente do ex-prefeito João Campos, ela frisa que o mais importante é saber a avaliação da população sobre o governo.

Tenho muita cautela com isso, porque pesquisa nos baliza sempre sobre quais são os maiores desejos da população, a avaliação do governo e o governo vem em uma avaliação crescente. O mais importante para mim é poder ver o retrato do que tem sido a nossa gestão“. Segundo a governadora, uma possível reeleição será “fruto do que foi o seu governo“.

Neste período de pré-campanha, Lyra comentou que vem recebendo ataques após o crescimento das intenções de voto. “Tenho recebido ataques de fake news, querendo me vincular a esquemas de corrupção. Você pode falar de mim, mas não pode falar que sou desonesta e que eu não sou trabalhadora.” Para ela, essa ação coordenada tem relação com o machismo na esfera política.

Eu acredito que isso parte [ataques] de quem acreditava que uma mulher vinda do interior, que foi prefeita, que é governadora, pudesse ter um governo que fizesse entregas para a população que fizesse sentido para ela. Pode falar sobre a gestão, mas os ataques com fake news, mentiras, narrativas falsas, isso é intolerável. Isso é para responder na Justiça, e a gente está fazendo acionamento judicial de perfis falsos, de fake news.”

Relação com Flávio Bolsonaro

Em um cenário hipotético em que Flávio Bolsonaro seja eleito presidente, Raquel Lyra reforça que a relação, caso também vença o pleito no estado, será marcada por diálogo. “Quando a gente está no governo, é dialogar com todos, é construir pontes com o governo federal, com os municípios.”

A governadora usou como exemplo a época em que estava à frente da prefeitura de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, em que, segundo ela, deixou de receber recursos do governo estadual, que era de responsabilidade do PSB, por divergência política. “O diálogo é fundamental. A gente não governa se não estabelecer uma relação.”

TSE abre consulta pública para novo modelo de urnas das eleições de 2028

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) abriu na última semana uma consulta pública com o objetivo de receber contribuições para as novas urnas eletrônicas que deverão ser utilizadas no pleito de 2028. O processo foi oficializado por meio de Edital de Convocação divulgado no DOU (Diário Oficial da União) na última quarta-feira (3).

A iniciativa da Justiça Eleitoral continua um estudo de 2025, quando ocorreram os primeiros diálogos com o mercado sobre o assunto. O edital convida empresas, fabricantes e demais interessados a apresentar sugestões técnicas que possam contribuir para o aperfeiçoamento do equipamento.

As propostas acolhidas e analisadas pela equipe técnica do TSE poderão incorporar o Termo de Referência, que pode passar por audiências públicas para debate. O documento final deve orientar o processo de licitação para aquisição das novas urnas eletrônicas, que já devem ser utilizadas nas próximas eleições municipais.

A consulta pública ficará aberta por 21 dias, contados a partir da publicação do edital, com a possibilidade de prorrogação conforme critérios do órgão.

Para participar, os interessados devem enviar as contribuições exclusivamente pelo endereço eletrônico urna2028@tse.jus.br.

O TSE orienta que as sugestões precisam ser acompanhadas de fundamentação técnica e poderão contemplar propostas de alteração, inclusão ou substituição dos requisitos previstos nos anexos do edital.

Além disso, o Tribunal Eleitoral ainda poderá solicitar mais esclarecimentos aos participantes, com o intuito de enfatizar o caráter colaborativo e a transparência do processo.

Pré-campanha de João Campos toma as ruas de Águas Belas

Futuro candidato a governador foi recebido por aliados locais em agenda que movimentou a segunda-feira na cidade do Agreste Meridional

ÁGUAS BELAS – Finalizando mais um giro pelo interior de Pernambuco, o pré-candidato a governador João Campos (PSB) foi recebido em Águas Belas, nesta segunda-feira (8), por uma multidão em festa. O time da Frente Popular parou o trânsito nas ruas do centro da cidade e percorreu a feira livre, conversando com a população e transmitindo confiança no projeto de um estado melhor. A agenda foi acompanhada pelo pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), pela pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT) e por diferentes nomes da oposição local.

Antes da caminhada, João Campos deu entrevista a uma emissora de rádio e reafirmou o compromisso em torno da pavimentação da PE-244, que liga Águas Belas a Venturosa. A rodovia é estratégica para o escoamento da produção de leite e derivados no Agreste Meridional, foi licitada em 2022, mas teve o canteiro de obras abandonado pela atual gestão. “É o exemplo de um governo que não funciona, porque tiveram a opção de fazer, tem um contrato firmado, crédito disponível, empresa contratada para fazer a obra e optaram por deixar de fazer. Ali há grandes, pequenos e médios produtores. Essa rodovia vai integrar a produção da bacia leiteira e ajudar no escoamento. Nós vamos fazer a PE-244”, disse.

João Campos também ouviu queixas sobre a falta de água, fez novas críticas ao formato de concessão da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e disse que é preciso garantir que os recursos que já estão na conta do Governo do Estado garantam o abastecimento para o povo de Águas Belas. “O governo colocou mais de R$ 4 bilhões no bolso, e o estado não é um banco para guardar dinheiro. Esse recurso precisa ser transformado em investimento na cidade, para aumentar a rede de abastecimento. Não adianta vender a Compesa se a água não chega à casa das pessoas. É preciso pegar o dinheiro da venda e colocar para aumentar a rede de distribuição aqui em Águas Belas. Isso é decisivo porque, com isso, se garante que a água chegue a quem precisa”, completou.

A passagem de João Campos por Águas Belas ainda foi marcada por um momento de saudação do povo indígena Fulni-ô. Estiveram presentes o ex-prefeito Nomeriano Martins, o presidente municipal do PSB e ex-vice-prefeito Agean Tenório, o presidente da Câmara Municipal de Águas Belas, vereador Emílio de Tanquinhos, o presidente estadual do PSB, deputado Sileno Guedes, o deputado Pedro Campos (PSB), o pré-candidato a deputado estadual Bruno Marques (PSB), entre outras lideranças políticas.

Da assessoria

Luciano Torres reforça apoio a João Campos

O prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, reafirmou seu apoio ao projeto político liderado por João Campos durante agenda realizada neste domingo 7 de junho no município de Flores. Acompanhado de importantes lideranças políticas, Luciano participou de encontros e debates voltados para o fortalecimento das ações e do desenvolvimento do estado.

Em publicação nas redes sociais, o gestor destacou a presença de João Campos, Carlos Costa e Marília Arraes, além dos vereadores Djalminha Veras, Chico Bandeira e Neto Nunes.

Segundo Luciano Torres, o grupo segue unido em defesa de um novo projeto pautado pela, diálogo e compromisso com o crescimento de Pernambuco.

“Seguimos firmes, acreditando e apoiando esse projeto que representa renovação, diálogo e mais desenvolvimento para Pernambuco”, destacou o prefeito.

A agenda reforça a articulação política no Sertão e o alinhamento de lideranças municipais em torno de propostas voltadas para o fortalecimento da gestão pública, investimentos e melhorias para a população pernambucana.

Da assessoria

Lula deve adotar estratégia de palanque duplo em Pernambuco, diz ministro

Pré-candidatos ao governo, Raquel e João cumprem agenda no Sertão de Pernambuco
/Foto: Edson Holanda / Hesíodo Góes/Secom

A coordenação de campanha do presidente Lula (PT) confirmou que haverá a estratégia de palanque duplo em Pernambuco para as eleições de 2026. O projeto prevê, segundo o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias (PT), que atuará na coordenação da campanha do petista com foco no Nordeste, a participação do chefe do Executivo no palanques de João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD), que disputam o governo estadual.

Em entrevista ao jornal O Globo, publicada nesta segunda-feira (8), Dias falou sobre a estratégia eleitoral e citou os nomes dos dois postulantes ao Palácio do Campo das Princesas. “Lá [Pernambuco] temos o João Campos e a Raquel Lyra”, declarou. Além disso, o ministro fez um retrospecto sobre a relação política de Lyra com o atual presidente.

O ex-governador do Piauí e senador licenciado ressaltou que, no pleito de 2022, a governadora de Pernambuco se colocou como oposição no primeiro turno. Contudo, segundo ele, no segundo turno, em que disputou contra Marília Arraes (PDT), Lyra teve uma “posição mais neutra”. “Uma parte considerável do nosso time ficou com ela”, salientou.

Construção de parcerias

Durante a cerimônia de entrega de 40 novos ônibus para o transporte público da Região Metropolitana do Recife (RMR), na manhã desta segunda-feira (8), Raquel Lyra falou sobre a estratégia petista e ressaltou a parceria com o governo Lula. “O que eu posso é agradecer pela parceria que o presidente tem feito com o estado de Pernambuco desde o primeiro momento em que a gente se apresentou, que fomos ao presidente, e ele disse que ia ajudar o nosso estado“, ressaltou.

Lyra também reforçou que está afinada com Lula e que a relação é marcada pela confiança “em ambos os lados”. “A gente tem trabalhado muito junto e é importante a gente poder construir parcerias quando, muitas vezes, entendia-se ou se divulgava de que era impossível que a gente, eu no governo do estado, pudesse estabelecer uma relação sólida com o governo federal, com o presidente e com os seus ministros. Eu posso aqui garantir que existe confiança de ambos os lados e que a gente tem trabalhado muito para fazer entrega ao povo”, disse a governadora.

Eleições em Pernambuco

Na última pesquisa Datafolha, divulgada no dia 28 de maio, que apontou as intenções de voto para o governo de Pernambuco, traz a governadora Raquel Lyra (PSD) com 48% no primeiro turno. O ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), tem 43%. O levantamento foi encomendado pela TV Tribuna.

Ivan Moraes (PSOL) apareceu com 2%. Brancos, nulos e nenhum representam 4%, enquanto 2% dos entrevistados disseram não saber em quem votar. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

No cenário de um possível segundo turno entre Raquel Lyra e João Campos, a governadora alcança 51% das intenções de voto, contra 44% do ex-prefeito. Brancos, nulos e nenhum somam 4%, e 1% não soube responder.

Lula diz que não foi à Marcha para Jesus para não “tirar proveito político”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) justificou sua ausência na Marcha Para Jesus, realizada durante o feriado de Corpus Christi, nesta quinta-feira (4), em São Paulo.

Em um vídeo publicado nas redes sociais do advogado-geral da União, Jorge Messias, o presidente fala ao AGU e ao apóstolo Estevam Hernandes — fundador do evento — que não queria passar a ideia de que está “tentando tirar proveito político de coisa sagrada”.

Eu vou lhe contar por que eu não vou. Eu não participo de nada religioso em época de eleição porque eu não quero passar a ideia de que eu estou tentando tirar proveito político de coisa sagrada“, explicou.

Com a ausência de Lula, que sancionou a realização do evento em 2009, evitou-se um encontro com o seu principal rival político que estava presente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) discursou em um carro de som ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB).

Os políticos dividem o mesmo espaço com o AGU, que também fez um discurso na Marcha. Apesar de estarem no mesmo espaço, Messias ficou afastado dos políticos bolsonaristas.

O evento deste feriado também contou com a presença de outros nomes do cenário político, como o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, os deputados estaduais André do Prado (PL-SP) e Lucas Bove (PL-SP), além dos deputados federais Sóstenes Cavalcanti (PL-RJ) e Guilherme Derrite (PP-SP).

Análise: Redes criticaram “Tariflávio”, mas principal problema é outro

Flávio Bolsonaro e Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, EUA

Há crises que chegam com comunicado oficial, há crises que chegam com meme. A das novas ameaças comerciais de Donald Trump contra o Brasil chegou com os dois.

De um lado, a notícia dura: uma investigação comercial americana concluída contra práticas brasileiras e a possibilidade de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos nacionais, com o Pix incluído no repertório de queixas de Washington. Do outro, a tradução popular e impiedosa das redes: “Tariflávio”.

O apelido fez o que bons apelidos políticos fazem. Reduziu uma controvérsia diplomática, técnica e comercial a uma imagem de fácil circulação: Flávio Bolsonaro (PL), recém-saído de uma agenda nos Estados Unidos, passou a ser apresentado por seus críticos como o brasileiro que posou perto do problema e voltou para casa tendo de explicá-lo.

Ele nega ter defendido qualquer taxação e afirma ter pedido a autoridades americanas que não onerassem empresas brasileiras. Mas, em política digital, a defesa raramente chega antes do enquadramento. E, quando chega depois, costuma chegar cansada.

O que as redes disseram

O levantamento público realizado pela Timelens entre terça-feira, 2 de junho, e quarta-feira, 3 de junho, até 20h, trabalha com um universo aproximado de 483 mil menções sobre tarifas, Pix, Flávio Bolsonaro, “Tariflávio”, soberania e delação no período de maior combustão política.

A questão relevante, neste episódio, não é apenas o percentual de crítica. É a qualidade narrativa da crítica.

“Tariflávio”, que somou quase 14% das menções totais, juntou três coisas raras numa mesma palavra: acusação, humor e responsabilidade. No digital, um apelido bom não precisa provar uma tese. A prova, se vier, vem depois. Às vezes, nem vem. Mas a marca fica.

E para dar mais caldo de complexidade, o anúncio mexeu no “queridinho” Pix, que foi o fósforo jogado no chão já coberto de gasolina. Pix somou outros 21% das menções totais.

Uma tarifa sobre aço, carne ou café exigiria explicação setorial. Uma ameaça percebida ao Pix dispensa manual. O brasileiro pode não acompanhar os detalhes de uma investigação comercial americana, mas conhece o aplicativo do banco, a transferência instantânea, a rotina do pagamento pequeno e diário.

Quando a disputa ganhou o nome do Pix, deixou de ser comércio exterior e virou bolso, fila, feira, padaria, autônomo, diarista, microempreendedor.

A tempestade perfeita

A crise das tarifas teria sido ruim para Flávio Bolsonaro em qualquer momento. Mas ela veio no pior. Pouco antes, sua campanha tentava deslocar o debate para segurança pública, tema em que a direita costuma se sentir mais confortável.

A decisão americana de classificar PCC (Primeiro Comando da Capital) e Comando Vermelho como organizações terroristas poderia reforçar essa agenda e favorecer o senador, segundo análise publicada no Valor. A tarifa atropelou a pauta. No lugar da segurança, entrou a soberania. No lugar da ofensiva, a explicação.

Quando uma campanha entra em crise, o problema não é apenas perder votos. É perder tempo. Em vez de falar do adversário, fala de si. Em vez de impor agenda, responde a perguntas. Em vez de crescer sobre o erro alheio, administra o próprio incêndio.

A tarifa virou, portanto, um dispositivo de agenda: obrigou Flávio a negar, justificar, contextualizar e disputar o sentido de uma viagem que, poucos dias antes, era apresentada como ativo político.

Desde o episódio Dark Horse, o campo bolsonarista parece enfrentar um problema muito maior: a crescente incapacidade da coordenação narrativa.

O caso “Tariflávio” escancara essa fragilidade: enquanto os críticos rapidamente encontraram uma história para contar, os defensores ainda discutiam qual história deveriam defender. No ambiente digital, essa diferença costuma ser decisiva.

Nota metodológica

A análise considera 483.124 menções publicadas entre 2 e 3 de junho de 2026 nas plataformas X, Instagram, Facebook, TikTok, YouTube, sites de notícias e blogs. As conversações foram classificadas por análise semântica em categorias de crítica, defesa, conteúdo informativo e indícios de automação. Os sinais de automação foram identificados por padrões de repetição textual, frequência de postagem e comportamento coordenado entre perfis, sem que isso implique necessariamente contas falsas.

Em pré-campanha, João Campos propõe criação de Embarque Digital Pernambuco

João Campos quer criar Embarque Digital Pernambuco/Foto: Edson Holanda

O pré-candidato ao governo do estado João Campos (PSB) quer criar o programa Embarque Digital Pernambuco, uma versão estadual da iniciativa atualmente desenvolvida pela Prefeitura do Recife, caso seja eleito para o Executivo Estadual.

“Em quatro anos, vou levar Pernambuco ao primeiro lugar, garantindo a gratuidade do ensino e residência tecnológica junto com as empresas de tecnologia. Com isso, a gente vai pegar uma geração inteira e dar a oportunidade de duplicar a renda média de suas famílias, como a gente vê no Embarque Digital do Recife”, disse o ex-prefeito.

A proposta de pré-campanha aconteceu durante uma visita ao Porto Digital, no Recife, em reunião com o presidente da instituição, Pierre Lucena, na quarta-feira (3). Segundo João Campos, é prevista a oferta de 10 mil vagas em cursos superiores de tecnologia para estudantes oriundos da rede pública de ensino ao longo de um eventual mandato de quatro anos.

De acordo com o pré-candidato, os cursos seriam custeados pelo governo do estado e disponibilizados para estudantes de todas as regiões de Pernambuco. A proposta também prevê ações para estimular a instalação de empresas de tecnologia no interior, ampliando para o estado o modelo adotado atualmente na capital pernambucana.

TSE divulga divisão de R$ 4,9 bilhões do Fundo Eleitoral para 2026; PL lidera repasses

Segundo o TSE, a publicação dos dados reforça a política de transparência da Justiça Eleitoral/Foto: Luiz Roberto/TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou, nesta quarta-feira (3), a distribuição dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para as eleições gerais de 2026. Ao todo, cerca de R$ 4,9 bilhões serão destinados a 30 partidos políticos, consolidando uma das principais fontes de financiamento das campanhas eleitorais no país.

Os números revelam a força das maiores legendas no cenário político nacional. O Partido Liberal (PL) será o principal beneficiado, com aproximadamente R$ 881,7 milhões, seguido pelo Partido dos Trabalhadores (PT), que receberá cerca de R$ 615,4 milhões, e pelo União Brasil, contemplado com aproximadamente R$ 526,2 milhões. Juntos, os três partidos ficarão com cerca de 40% de todo o montante disponível para a disputa eleitoral do próximo ano.

A divulgação atende às determinações da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) e da Resolução nº 23.605/2019 do TSE, que estabelecem a publicação dos valores em até 15 dias após o recebimento da dotação orçamentária destinada à Justiça Eleitoral. Confira abaixo os valores destinados a cada partido político para as Eleições 2026:

Tabela com os valores destinados a cada partido político para as Eleições 2026 (crédito: Foto: Divulgação/TSE)

Distribuição segue representatividade no Congresso

Criado em 2017, após a proibição das doações empresariais para campanhas eleitorais, o Fundo Eleitoral é formado por recursos públicos previstos no Orçamento da União e tem como objetivo financiar candidaturas e atividades de campanha.

A divisão dos recursos leva em consideração o desempenho e a representação dos partidos no Congresso Nacional. Pela legislação vigente, 2% do total são distribuídos igualmente entre todas as legendas com estatuto registrado no TSE. Outros 35% são repartidos proporcionalmente à votação obtida pelos partidos na última eleição para a Câmara dos Deputados.

Além disso, 48% dos recursos são distribuídos conforme o número de deputados federais eleitos por cada sigla, enquanto os 15% restantes são divididos de acordo com a representação partidária no Senado Federal.

O modelo favorece partidos com maior presença parlamentar, ampliando a concentração dos recursos entre as legendas que possuem as maiores bancadas no Congresso.

Fundo será peça central na corrida eleitoral

O FEFC é considerado um dos principais instrumentos de financiamento das campanhas eleitorais brasileiras. Os recursos podem ser utilizados em despesas como produção de material gráfico, contratação de pessoal, publicidade, transporte, aluguel de estruturas e demais gastos autorizados pela legislação eleitoral.

A divulgação antecipada dos valores também permite que os partidos iniciem o planejamento financeiro para a disputa de 2026, quando estarão em jogo os cargos de presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais.

Segundo o TSE, a publicação dos dados reforça a política de transparência da Justiça Eleitoral, permitindo o acompanhamento da distribuição dos recursos por candidatos, partidos, órgãos de controle e pela sociedade. Os valores detalhados por legenda estão disponíveis para consulta na página oficial das Eleições 2026 da Justiça Eleitoral.

João Campos diz ser alvo de “milícia digital” e cobra investigação sobre ataques nas redes

João Campos e Victor Marques/Marina Torres

O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) tem reforçado o discurso de que é alvo de uma “rede de ódio” operada por adversários políticos nas redes sociais. Uma das últimas declarações dadas acerca do assunto se deu em entrevista ao Congresso em Foco, durante o Fórum de Lisboa, na última terça (2).

Segundo o ex-prefeito do Recife, os ataques fazem parte de uma estratégia coordenada de desinformação para desgastar sua imagem política. “Tenho sido atacado manhã, tarde e noite por uma verdadeira milícia digital”, declarou ao Congresso em Foco. João Campos afirmou ainda que há uso de robôs e disseminação de informações falsas articuladas por adversários políticos.

Há presença de robôs, de informações falsas, instrumentalizadas por pessoas da política”, disse. De acordo com o pré-candidato, o objetivo é influenciar a opinião pública por meio de conteúdos manipulados e ataques sistemáticos nas redes sociais.

Em publicação feita na segunda-feira, em um vídeo com trecho de entrevista à Rádio Folha, Campos voltou a abordar o tema e afirmou existir uma estrutura organizada para atacá-lo politicamente.

Existe uma rede de ódio sendo operada politicamente e funcionando por adversários políticos que têm gastado sua energia para me atacar, para utilizar de mentiras, desinformações, fake news. As pessoas estão vendo isso. Não é um movimento orgânico que está acontecendo. Isso é instrumentalizado na política”, afirmou.

O pré-candidato também criticou o uso de agressões e discursos de ódio no ambiente político e disse acreditar na atuação das instituições para apurar os casos.

São pessoas que não têm coragem de fazer o debate público e fazer o debate político e utilizam de agressão, mentira, de ódio, de instrumentos perversos, desinformação, de violência política. Acho que isso não faz bem e eu tenho certeza que as instituições também estão olhando e eu acredito na Justiça brasileira”, declarou.

João Campos afirmou que o caso já foi denunciado e está sendo investigado pela Polícia Federal em Pernambuco. Segundo ele, a expectativa é de que as investigações identifiquem os responsáveis pelas ações e a origem do financiamento dos ataques digitais.