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A mulher não tem que ser submissa ou vista como objeto de prazer, mas precisa se valorizar, e ser valorizada pela sociedade

COR LITÚRGICA: VERDE

24ª Semana do Tempo Comum | Sexta-feira


Naquele tempo, Jesus andava por cidades e povoados, pregando e anunciando a Boa Nova do Reino de Deus. Os doze iam com ele; e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; Joana, mulher de Cuza, alto funcionário de Herodes; Susana, e várias outras mulheres que ajudavam a Jesus e aos discípulos com os bens que possuíam. (Lc 8,1-3)

Amados irmãos, que a paz do Senhor e o amor de Maria esteja com todos vocês.

No evangelho de hoje, Jesus nos mostra mais uma vez que Ele vem para todos aqueles que estão à margem da sociedade. No texto, Ele coloca as mulheres junto com seus apóstolos para que possam pregar a boa-nova.

Assim como Ele chamou os apóstolos pelo nome, também fez com as mulheres que o seguiam.

O grupo que acompanhou Jesus não era formado apenas dos apóstolos citados em Lc 6,13-16. Dele – faziam parte as mulheres, o que chocava a sociedade da época.

Jesus inspira um discipulado de homens e mulheres libertados, iguais no desafio de tornar conhecida sua boa noticia dirigida aos pobres.

Pai, reveste-me do amor e da fidelidade necessárias para ser servidor do Reino. Que eu demonstre meu reconhecimento a Ti, colocando minha vida a serviço do meu próximo.

Paz e Bem!


Mauricéia Araújo

Ministra da Eucaristia da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios / Afogados da Ingazeira

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