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Raquel Lyra defende união em nome do desenvolvimento do Estado

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), pregou “união” como única forma para gerar o desenvolvimento do Estado e do País na plenária participativa realizada pelo Governo Federal para discutir o Plano Plurianual na tarde desta sexta-feira (12). Sem mencionar textualmente o presidente Lula (PT), Raquel seguiu a linha de conciliação da ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), que cobrou o fim da polarização no Brasil. Raquel Lyra é dirigente nacional do PSDB e, na Câmara dos Deputados, seu partido faz parte do blocão independente, que causou algumas derrotas à gestão petista. A tucana ainda citou o Movimento Sem Terra, a Fetape e os povos indígenas em seu pronunciamento – todos conhecidos pela ligação histórica com o PT.

“A gente precisa dessa união colocada aqui, da academia, dos movimentos sociais, dos prefeitos… A gente precisa de união para garantir que a gente possa, junto, reconstruir nosso Estado”, discursou a governadora. Ela mencionou a importância da unidade para que obras prioritárias como a transnordestina, a continuidade das obras da transposição do Rio São Francisco e a requalificação da BR-232 possam sair. A governadora acrescentou que tem procurado o Governo Federal para levar as demandas de Pernambuco e encontrado apoio de Simone Tebet.

PPA participativo no Estado

A governadora também prometeu realizar um PPA participativo, percorrendo todas as regiões do Estado. “A gente erra, mas ouvindo a gente erra menos.Tudo que a gente for fazer vai ser escolhido pelo povo. A gente precisa de um Pernambuco grande, um Brasil grande, que cresça sem deixar ninguém para traz”.

Além de uma mesa repleta de lideranças femininas, como a vice-governadora Priscila Krause (Cidadania), Luciana Santos (PCdoB), Teresa Leitão (PT), Isabella de Roldão (PD), Liana Cirne (PT), pluralidade não faltou no evento. Estavam presentes na plenária nomes como o ministro chefe Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, ministro da Pesca, André de Paula (PSD), os deputados federais Pedro Campos (PSB) e Carlos Veras (PT), bem como os deputados estaduais João Paulo (PT), Doriel Barros (PT), Joãozinho Tenório (PSDB) e Mário Ricardo (Republicanos).

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