Search

Abstenção atinge 20,9%, maior percentual desde 1998; em 2018, foi de 20,3%

Mais de 32 milhões de eleitores não compareceram às urnas neste domingo (2), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O nível de abstenção, de 20,9%, é o mais alto desde as eleições de 1998, quando 21,5% do eleitorado não votou.

Últimas eleições
O maior percentual de abstenção foi registrado em 1994, quando cerca de 1 em cada 3 eleitores aptos não compareceram.

A abstenção tem crescido desde 2006, quando 16,8% dos eleitores não votaram. Em 2010, o índice subiu para 18,1%. Quatro anos depois, foi para 19,4%. E nas eleições presidenciais passadas, em 2018, alcançou 20,3%.

Em número de eleitores, a porcentagem desse ano representa 32 milhões de pessoas. No primeiro turno de 2018, 29,9 milhões de votantes se abstiveram do voto.

Roraima lidera abstenção
O percentual de abstenção entre os estados variou de 16,%, em Roraima, e 24,6%, em Rondônia. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, a taxa de abstenção foi de 21,6%, já em Minas Gerais, segundo estado em número de eleitores, foi de 22,2%. No momento em que os dados foram coletados, 98,5% das urnas haviam sido apuradas.

Em comparação com 2018, a abstenção aumentou em quase todos os estados. As exceções são Tocantins, Sergipe, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Distrito Federal.

A maior mudança ocorreu no Acre. Em 2018 a abstenção no estado foi de 19%, enquanto agora foi de 22,3%.

Fernando Collor perde corrida pelo governo de Alagoas

Nem a aliança com o presidente Jair Bolsonaro (PL) salvou a candidatura do ex-presidente Fernando Collor (PTB) ao governo de Alagoas. Com pouco menos de 90% dos votos apurados, ele terminou em terceiro, com 202.916 votos – 14,9% do total.

Bolsonaro já se referiu a Collor, que ocupava uma vaga no Senado, como um “grande aliado no Parlamento”. O ex-presidente sofreu processo de impeachment em 1992, acusado de investigação e fraudes.

Marília Arraes e Raquel Lyra disputam o Governo de Pernambuco em segundo turno

Marília Arraes (Solidariedade), que já vinha liderando as pesquisas, e Raquel Lyra (PSDB), que sofreu um drama pessoal neste domingo (2), disputam o Governo de Pernambuco no segundo turno, marcado para o dia 30 de outubro.

O resultado do primeiro turno já marca o fim de um período de 16 anos do Partido Socialista Brasileiro (PSB) na gestão estadual.

Trajetórias
O histórico político de Marília Arraes, neta do ex-governador Miguel Arraes, passa pela atuação como secretária de Juventude e Emprego de Pernambuco na gestão de Eduardo Campos. Aos 24 anos, elegeu-se vereadora do Recife, sendo reeleita em 2012. Também integrou a Secretaria Municipal de Juventude e Qualificação Profissional, na gestão de Geraldo Júlio. Em 2016 Marília se filiou ao Partido dos Trabalhadores (PT). Já em 2018 foi eleita Deputada Federal por Pernambuco. Em 2022 deixou o Partido dos Trabalhadores e se filiou ao Solidariedade, anunciando sua candidatura do Governo de Pernambuco.

A ex-prefeita de Caruaru, entre 1º de janeiro de 2017 e 31 de março de 2022, Raquel Lyra, é formada em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, com pós-graduação em Direito Econômico e de Empresas. Em 2002, assumiu o cargo de delegada da Polícia Federal. Foi chefe da Procuradoria de Apoio Jurídico e Legislativo do governo de Eduardo Campos. Também foi eleita duas vezes deputada estadual de Pernambuco. No mandato de Eduardo Campos foi Secretária da Criança e da Juventude. Em 2014 foi eleita deputada estadual.

Lula e Bolsonaro vão ao 2º turno em disputa pela Presidência

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) foram os dois candidatos mais bem votados neste domingo (2) e disputarão o segundo turno da eleição para presidente da República no próximo dia 30.

Pela primeira vez, o pleito será decidido entre dois nomes que já comandaram o país. Será, ainda, o sétimo segundo turno em nove eleições presidenciais diretas desde a redemocratização.

Para que a disputa tivesse se encerrado neste domingo, o primeiro colocado precisaria ter obtido 50% dos votos válidos mais um, o que não ocorreu.

Desde março de 2021, pesquisas mostram Lula e Bolsonaro à frente da disputa. À época, segundo o levantamento XP/Ipespe, o atual mandatário tinha 27% das intenções de voto, e o petista, 25%. Foi a primeira sondagem após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) restabelecer os direitos políticos de Lula.

No mês seguinte, o petista ultrapassou o atual presidente e, desde então, ambos permanecem nas respectivas posições na série histórica do Ipespe.

O agregador de votos CNN/Locomotiva apontava, neste domingo, que o petista tinha 48% das intenções de voto. A ferramenta considera as pesquisas divulgadas até sábado (1º).

Segundo pesquisa Quaest de sábado (1º), Lula registrava 49%, e Bolsonaro, 38%. Na última pesquisa da série do Ipespe antes da votação, divulgada no mesmo dia, o petista também tinha 49%, contra 35% do atual mandatário. O Datafolha mostrava que Lula tinha 50%, e Bolsonaro, 36%. Já o Ipec apontava Lula com 51%, e Bolsonaro, com 37%.

Ciro Gomes fala após eleições para presidência, no Ceará: ‘profundamente preocupado com o que eu estou assistindo acontecer no Brasil’

O candidato do PDT à presidência, Ciro Gomes, discursou após o resultado das eleições gerais deste domingo (2). O pedetista não passou para o segundo turno na disputa pelo Executivo nacional. Ciro discursou em Fortaleza na noite deste domingo.

“Quero dizer a vocês que estou profundamente preocupado com o que eu estou assistindo acontecer no Brasil”, declarou o candidato. Ele também agradeceu aos eleitores que votaram nele.

“Por isso, eu peço a vocês que me deem mais algumas horas para conversar com os meus amigos, com o meu partido para que a gente possa achar o melhor caminho para bem servir à nação brasileira”, complementou Ciro.

Teresa Leitão é eleita primeira mulher senadora por Pernambuco

A professora e deputada estadual Teresa Leitão (PT) é eleita a primeira mulher senadora da República por Pernambuco pela Frente Popular. Ela vai representar o Estado na Casa Alta a partir de 1º de fevereiro de 2023 para um mandato de oito anos.

Ela se junta a Humberto Costa (PT) e Jarbas Vasconcelos (MDB) que estão na metade dos seus respectivos mandatos. Teresa é formada em pedagogia, tem 71 anos, é casada, mãe de três filhas e avó de dois netos.

Em seu 5º mandato consecutivo na Assembleia Legislativa, Teresa venceu seus dois principais opositores: André de Paula (PSD), da chapa de Marília Arraes, e Gilson Machado (PL), ex-ministro do Governo Bolsonaro. Enquanto os eleitores do espectro da esquerda se dividiram entre dois candidatos ao Governo, Marília e Danilo Cabral (PSB), para a vaga no Senado, a parlamentar conseguiu alcançar a maioria ainda durante a campanha, quando as principais pesquisas já a apontavam como vencedora.

Sem candidato do PL, Carvalho (PT) e Fábio (PSD) fazem 2º turno em Sergipe

Uma decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) chacoalhou a corrida em Sergipe e colocou o senador Rogério Carvalho (PT) e Fábio Mitidieri (PSD) na disputa do segundo turno para governador do estado.

A grande reviravolta nas eleições de 2022 aconteceu na última quinta-feira (29), quando o TSE indeferiu a candidatura de Valmir de Francisquinho (PL). Ele entrou com recurso no STF (Supremo Tribunal Federal), mas a Corte Suprema referendou a determinação do TSE. Ele liderava as pesquisas de intenção de voto desde o início da campanha, mas o caminho ficou aberto para seus concorrentes.

Rogério Carvalho, que já foi deputado federal e é senador desde 2019, colou sua imagem a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desde o início da corrida. Em agosto, quando sua candidatura foi aprovada e oficializada em convenção do PT, ele já citou Lula. Também sempre fez questão de se associar a Marcelo Déda (PT), ex-governador de Sergipe que morreu de câncer em 2013, quando cumpria o mandato.

“Junto com Lula [quero] tirar Sergipe do atraso, trazer de volta o desenvolvimento, que foi uma realidade quando Déda foi governador”, disse, em seu discurso de oficialização de candidatura no mês de agosto.

Fábio, por outro lado, não contou com o apoio de nenhum dos dois principais candidatos na disputa pela Presidência, uma vez que Jair Bolsonaro (PL) apoiava Valmir de Francisquinho, que integra seu partido. Ele até tentou colar sua imagem ao ex-presidente Lula, mas acabou sendo alvo de busca e apreensão na reta final de sua campanha.

No dia 28 de setembro, a Justiça Eleitoral mandou recolher material impresso que associava o candidato a Lula. O TRE-SE (Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe) acatou um pedido do PT. Todo o material foi recolhido e ficou estipulada uma multa diária de R$ 30 mil caso o candidato voltasse a usar o nome de Lula em seu favor.

Zema é reeleito governador de Minas Gerais no 1º turno

O empresário Romeu Zema (Novo) foi reeleito governador de Minas Gerais no primeiro turno das eleições.

Nascido em Araxá (MG), Zema tem 57 anos e entrou para a política em 2018, quando foi eleito para comandar o Palácio Tiradentes pela primeira vez. Na esteira de uma onda antipolítica, impulsionada principalmente pelo então candidato à Presidência Jair Bolsonaro (à época no PSL; hoje, no PL), ele deixou para trás os partidos que, até então, configuravam as duas principais forças políticas do estado mineiro: PT e PSDB.

A reeleição de Zema no primeiro turno destas eleições marca uma nova derrota para petistas e tucanos. Seu principal adversário, Alexandre Kalil (PSD) — aliado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Minas — não conseguiu repetir o sucesso de sua campanha nas eleições de 2020, quando foi reeleito prefeito de Belo Horizonte já no primeiro turno. Dessa vez, não teve desempenho suficiente para levar a disputa pelo governo mineiro para o segundo turno.

Kalil chegou a crescer nas pesquisas de intenção de votos na reta final da campanha, mas Zema continuou liderando com folga. Já o candidato do PSDB, o ex-deputado federal Marcus Pestana, não conseguiu sair da lanterna no decorrer da corrida eleitoral.

Cláudio Castro (PL) é reeleito governador do Rio de Janeiro

Cláudio Castro (PL) foi reeleito governador do Rio de Janeiro. Com 91,33% das urnas apuradas, ele registrava 58,24% dos votos válidos. O deputado federal Marcelo Freixo (PSB) somava 27,66% dos votos, enquanto Rodrigo Neves (PDT) ficou com 8,03%. Castro liderou toda a apuração sem sustos, sempre em um patamar próximo aos 60% dos votos válidos.

Em 765 dias, ele conseguiu ir da condição de um governador por acidente à conquista de uma surpreendente reeleição em primeiro turno. Eleito vice-governador durante a onda bolsonarista de 2018, o cantor católico —que assumiu o cargo interinamente em agosto de 2020 após o afastamento de Wilson Witzel— permanecerá como governador do Rio até 2026.

Aos 43 anos, Castro —que durante toda a campanha liderou a disputa eleitoral— superou o deputado federal Marcelo Freixo (PSB), cuja estratégia foi colar a imagem à de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e atacar o governador com escândalos associados à gestão dele. A recente guinada ao centro por Freixo não foi suficiente para superar nas urnas o governador apoiado por Jair Bolsonaro (PL).

Castro lançou mão de todas as ferramentas de um político tradicional para se reeleger: formou uma ampla coligação com 14 partidos e utilizou os recursos da concessão do saneamento público do estado para abrir frentes de obras e repassar valores expressivos para municípios —de acordo com o governo, R$ 4,4 bilhões já foram reservados para pagamentos.

Essa engenharia fez Castro conquistar o apoio de 85 dos 92 prefeitos do estado e de uma ampla maioria dos deputados estaduais e federais. O governador somou a isso o apoio de Bolsonaro, embora tenha procurado evitar se associar fortemente ao presidente ao longo da campanha.

Fátima Bezerra é reeleita governadora do Rio Grande do Norte

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, 67, foi reeleita neste domingo (2) com 58,29% dos votos válidos, segundo apuração do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O desfecho da disputa ainda no primeiro turno confirma expectativas apontadas nas pesquisas eleitorais. Porém, o principal rival na corrida, o Capitão Styvenson (Podemos), ficou em terceiro lugar com 16,9% dos votos. O segundo colocado foi Fábio Dantas (Solidariedade) com 22,21%.

Ela, que foi a única governadora eleita em 2018, terá Walter Alves (MDB) como vice no novo mandato.

Sua campanha à reeleição foi baseada em mostrar à população que pegou “o governo quebrado, endividado e com políticas públicas destruídas”, mas que conseguiu sanear as contas públicas e recuperar a capacidade de investimento.

Tarcísio (Republicanos) e Haddad (PT) vão disputar o 2º turno em São Paulo

O ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos), 47, e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), 59, se enfrentarão no segundo turno das eleições 2022 para o governo de São Paulo, no próximo dia 30.

Até as 20h45, com cerca de 96% das urnas apuradas, Tarcísio aparece com 42,4% dos votos e Haddad, com 35,6%.

O resultado de hoje coloca fim à hegemonia do PSDB, que governa o estado desde 1995. Rodrigo Garcia, atual governador, ficou em terceiro lugar, com 18,4%. Foram sete eleições seguidas com vitória tucana, uma sequência iniciada por Mário Covas na eleição de 1994.

Haddad tenta o feito inédito de ser o primeiro petista a governar o estado mais rico e populoso do país com o apoio de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do vice dele, Geraldo Alckmin (PSB), que comandou São Paulo por três mandatos quando ainda estava no PSDB. Já Tarcísio disputa sua primeira eleição, apadrinhado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).

SP na mira na eleição para a Presidência. A disputa pelo Palácio dos Bandeirantes repetiu a polarização entre Lula e Bolsonaro, que dominou a campanha nacional. No último debate entre os candidatos ao governo, na terça (27), Haddad e Tarcísio promoveram uma dobradinha e deixaram Rodrigo de lado, trazendo para o estado o tom de disputa nacional.

O petista liderou as pesquisas de intenção de votos desde o início, mas a vantagem em relação aos principais adversários diminuiu nas últimas semanas. As campanhas já davam como certo que a disputa seguiria para o segundo turno. No entanto, havia um cenário de indefinição entre Tarcísio e Rodrigo pela segunda vaga.

Tarcísio subiu à medida que a campanha ganhou as ruas e se tornou mais conhecido e mais associado a Bolsonaro, mas não conseguiu abrir ampla vantagem contra Rodrigo — os dois apareciam tecnicamente empatados em algumas pesquisas e ele ultrapassou o tucano apenas na reta final.

Denarium é reeleito governador de RR no primeiro turno – Eleições 2022

O atual governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), foi reeleito neste domingo (2) e irá comandar o estado por mais quatro anos.

Atual governador de Roraima, Antonio Oliverio Garcia de Almeida, de 58 anos, é conhecido como Antonio Denarium. Em 2018, venceu a disputa no segundo turno pelo Partido Social Liberal (PSL).

Natural de Anápolis, em Goiás, trabalhou no Banco Bamerindus e, em 1994, foi transferido para Roraima a trabalho. Deixou a empresa e criou a Denarium Fomento Mercantil, que em 2014 foi fechada e deu lugar a Denarium Empreendimentos Imobiliários. O nome da empresa faz referência a uma pequena moeda de prata de grande circulação no Império Romano.

Em 2010, entrou para a política, ao se candidatar como primeiro suplente na chapa de Marluce Pinto (PSDB), candidata ao Senado e primeira-dama do ex-governador de Roraima Ottomar Pinto. A chapa não foi eleita.

Em 2018, disputou sua segunda eleição e ganhou como governador. Sua coligação tem o apoio do PSD, PRTB, Republicanos e União Brasil.

Helder Barbalho é reeleito governador do Pará no 1º turno – Eleições 2022

Candidato a governador do MDB nas eleições de 2022 teve neste domingo (2) mais da metade dos votos válidos, que excluem brancos e nulos

O atual governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), foi reeleito neste domingo (2) e comandará novamente o estado por mais quatro anos.

Às 20h19, com 73,7% das urnas apuradas, o atual governador tinha 69,39% dos votos válidos. Zequinha Marinho (PL) aparecia em segundo, com 27,90%.

Helder Zahluth Barbalho, de 43 anos, nasceu em Belém, filho do ex-governador Jader Barbalho e da deputada federal Elcione Barbalho (MDB). Começou a vida política em 2000, como vereador de Ananindeua.

Dois anos depois, elegeu-se deputado estadual. Em 2005, assumiu a Prefeitura de Ananindeua, terceira maior cidade da Amazônia, com 25 anos de idade. Foi reeleito, no 1º turno para um segundo mandato.

Em 2014, recebeu no primeiro turno 49,8% dos votos válidos, mas foi derrotado na segunda etapa. Foi ministro da Pesca de janeiro a outubro de 2015. Também foi ministro da Secretaria Nacional dos Portos, de 2015 até 2016, e da Integração Nacional, de 2016 a 2018, quando venceu as eleições ao governo do Pará no segundo turno, com 55,43% dos votos válidos.

Sua coligação tem o apoio do PSDB, Cidadania, PT, PCdoB, PV, PP, PSD, PDT, Republicanos, Avante, Podemos, União Brasil, DC, PTB e PSB.

Ibaneis Rocha é reeleito governador do DF no 1º turno – Eleições 2022

Ibaneis Rocha (MDB) foi reeleito governador do Distrito Federal neste domingo (2) e comandará o estado por mais quatro anos.

Ibaneis Rocha Barros Júnior, de 51 anos, vem de uma família piauiense. Seu pai era dono de farmácia, e a mãe, enfermeira. Nascido na capital federal, foi presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal entre 2013 e 2015. É dono de um escritório de advocacia em Brasília, aberto ainda na década de 1990.

Depois de 25 anos atuando exclusivamente como advogado, concorreu pela primeira vez a um cargo público em 2018, quando foi eleito governador.

Sua coligação tem o apoio do Avante, Pros, Agir, PP, Solidariedade e PL.

Sergio Moro (União) derrota Alvaro Dias e é eleito senador pelo Paraná

O candidato Sergio Moro (União Brasil) derrotou Alvaro Dias (Podemos) e foi eleito para o cargo de senador pelo estado do Paraná — cujo mandato vai até 2031.

Aos 50 anos, Moro foi juiz federal por 22 anos e coordenou a Operação Lava Jato. Em novembro de 2018, deixou a magistratura após ser convidado pelo recém-eleito presidente Jair Bolsonaro (na época no PSL, hoje no PL) para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública. É estreante na disputa por um cargo político. a

O ex-ministro vai ocupar a vaga de Dias, que tentava a reeleição, e vai compor a bancada de senadores pelo Paraná com Flávio Arns (Podemos) e Oriovisto Guimarães (Podemos), eleitos em 2018 e com mandato até 2027.

Paranaense de Maringá, Sergio Moro é graduado em direito pela Universidade Estadual de Maringá, cursou o mestrado e o doutorado pela UFPR (Universidade Federal do Paraná).