/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2023/F/P/EMa0ASS7Gmx4r2PLbv1g/csyjrrlujakpcef4rz0t.jpg)
O silêncio preencheu cada espaço do ginásio Yoyogi por trinta segundos. A homenagem organizada às pressas para lembrar Walewska, que morreu na noite de quinta-feira, transformou a partida contra a Turquia em algo menor. Ainda assim, porém, era preciso jogar. O Brasil até tentou fazer frente às rivais. Mas, no fim, não conseguiu ir além. Em 3 sets a 0, parciais 25/21, 29/27 e 25/19, perdeu a primeira na disputa do Pré-Olímpico, em Tóquio.
Na frieza dos números, a derrota é um novo baque. A seleção, no entanto, ainda depende apenas de si. Para ficar com uma das vagas para os Jogos de Paris, precisa vencer Bélgica e Japão na reta final do Pré-Olímpico. Invictas até aqui, as donas da casa, mais do que nunca, são as principais rivais. As japonesas, porém, ainda têm a Turquia pela frente.
O Brasil volta à quadra na madrugada deste sábado. A seleção encara a Bélgica às 4h, no horário de Brasília, com transmissão da Globo e do sportv2. No domingo, às 7h25, fecha a competição contra o Japão.
Luto em quadra
A seleção foi à quadra de mãos dadas. Nos braços, fitas em homenagem a Walewska. Durante os 30 segundos de silêncio e na execução do hino, jogadoras e comissão técnica tinham a dor estampada nos rostos. Aos poucos, porém, a seleção tentou mudar o foco. Mas não era assim tão simples.


