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‘O crime organizado que não ouse desafiar o poder do Estado’, diz Cláudio Castro após morte de miliciano que causou caos no Rio

Matheus da Silva Rezende, conhecido como Teteu e Faustão, foi morto em troca de tiros com a Polícia Civil — Foto: Reprodução/TV Globo
Matheus da Silva Rezende, conhecido como Teteu e Faustão, foi morto em troca de tiros com a Polícia Civil — Foto: Reprodução/TV Globo

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, parabenizou a Polícia Civil pela operação que matou o miliciano Matheus da Silva Rezende, conhecido como Faustão. Sobrinho de Zinho, chefe de maior milícia do Rio, Faustão foi baleado. Levado para um hospital, não resistiu e morreu.

“Quero parabenizar os nossos policiais da DGPE, da Core e da Draco, por prenderem hoje, em Santa Cruz, o Faustão ou Teteu – que era o braço direito e sobrinho do miliciano Zinho”, disse Cláudio Castro em suas redes sociais.

“Não vamos parar. Nossas ações para asfixiar o crime organizado têm trazido resultados diários”, afirmou Castro.

Ele classificou a operação como um “duro golpe” contra a maior milícia do Rio.

“Além do parentesco com o criminoso, ele atuava como “homem de guerra” do grupo paramilitar, sendo o principal responsável pelas guerras por territórios que aterrorizam moradores no Rio. O crime organizado que não ouse desafiar o poder do Estado!”, falou.

Mais de 20 ônibus foram incendiados e diversos bairros da cidade foram afetados pelos incêndios após a confirmação da morte de Faustão.

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