
De acordo com o relatório, a população chegará ao seu auge na década de 2080, com 10,43 bilhões de habitantes e deve ficar nesse nível até 2100, quando começará a diminuir.
Esse gráfico mostra a curva de crescimento desde 1950 até o momento em que ela começa a “descer”.
Esse “limite” é uma consequência da diminuição da taxa de fecundidade. Na sequência está a linha de crescimento populacional.
Quando ela fica abaixo de zero, com taxa de crescimento negativo, quer dizer que a população mundial vai começar a diminuir de tamanho.
A superpopulosa China, tradicionalmente o país mais populoso do mundo por décadas, já apresenta uma diminuição significativa no crescimento, e por isso deve ser passada pela Índia em 2023.
Outros países, como Bulgária, Letônia, Lituânia, Sérvia e Ucrânia devem perder em torno 20% da população até 2050.
Atualmente somos 8 bilhões e somos cada vez mais velhos. Para 2050, a ONU acredita que a população acima de 65 anos será o dobro das crianças abaixo de 5 anos.
Isso não é apenas reflexo da diminuição da mortalidade, mas também da redução de nascimentos, diz o relatório.


