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Putin presta condolências ao povo britânico por ‘perda irreparável’

O presidente russo, Vladimir Putin, prestou condolências ao Reino Unido pela “perda irreparável” da rainha Elizabeth 2ª, que morreu nesta quinta-feira (8), aos 96 anos.

Segundo uma agência de notícias russa, na mensagem endereçada a Charles 3º, recém-nomeado ao trono, Putin disse que a rainha “desfrutou legitimamente do amor e do respeito de seus súditos, assim como de sua autoridade no cenário mundial”.

“Desejo coragem e resiliência diante dessa perda difícil e irreparável. E peço que transmita minhas sinceras condolências e apoio aos membros da família real e a todo o povo britânico”, completa o líder russo. (Reuters)

Rainha Elizabeth 2ª enviou mensagem ao Brasil um dia antes de morrer

Uma das últimas mensagens da rainha Elizabeth 2ª antes de morrer foi encaminhada ao presidente Jair Bolsonaro, em comemoração do bicentenário de independência do país.

“Em meio à celebração da importante ocasião dos 200 anos de independência, gostaria de parabenizar Vossa Excelência e enviar minhas felicitações ao povo da República Federativa do Brasil, lembrando com carinho da minha visita ao país em 1968. Que continuemos trabalhando com esperança e determinação para superar os desafios globais juntos”, escreveu a rainha.

A mensagem foi compartilhada pela embaixadora interina do Reino Unido no Brasil, Melanie Hopkins.

Papa Francisco se diz ‘profundamente entristecido’ com morte de Elizabeth 2ª

O papa Francisco expressou seu pesar e ofereceu condolências à família real britânica e ao sucessor do trono, Charles 3º, após a morte da rainha Elizabeth 2ª, nesta quinta-feira (8).

Em mensagem no Telegram, o pontífice disse estar profundamente entristecido e afirmou que se unia às preces daqueles que lamentavam “o descanso eterno da rainha”. Ele descreveu a trajetória de Elizabeth 2ª como uma “vida de dedicação generosa à pátria e ao bem comum”

Após morte de Elizabeth II, Camilla Parker Bowles se torna rainha consorte britânica; entenda

Casada com o rei Charles III desde 2005, a duquesa da Cornualha, Camilla Parker Bowles, ganha agora o título de rainha consorte britânica. Isso ocorre após a morte de Elizabeth II, que levou Charles ao trono britânico.

O título de rainha consorte é dado à esposa do rei vigente. O conceito é diferente do título de rainha – caso de Elizabeth II –, destinado a quem já nasce na família real e está na linha de sucessão.

Uma rainha consorte tem, em tese, a mesma posição social e o status do cônjuge. Historicamente, no entanto, não possui os mesmos poderes políticos.

Casada com o rei Charles III desde 2005, a duquesa da Cornualha, Camilla Parker Bowles, ganha agora o título de rainha consorte britânica. Isso ocorre após a morte de Elizabeth II, que levou Charles ao trono britânico.

O título de rainha consorte é dado à esposa do rei vigente. O conceito é diferente do título de rainha – caso de Elizabeth II –, destinado a quem já nasce na família real e está na linha de sucessão.

Uma rainha consorte tem, em tese, a mesma posição social e o status do cônjuge. Historicamente, no entanto, não possui os mesmos poderes políticos.

A rainha Elizabeth II já preparava essa transição. Em mensagem à nação em fevereiro deste ano, a monarca disse desejar que Camilla fosse chamada de rainha consorte quando Charles se tornasse rei.

“É meu desejo sincero que, quando chegar a hora, Camilla seja conhecida como rainha consorte, enquanto continua seu próprio serviço leal”, disse a monarca britânica, 95, na véspera da celebração dos 70 anos de seu reinado.

Camilla era tida como amante do príncipe Charles durante o casamento dele com a princesa Diana – e, por isso, não era querida pelo público. Mas, anos depois, ela viu seu índice de aprovação crescer graças a seus numerosos compromissos junto à família real.

Casamento
Camilla se casou com Charles em 2005, quase oito anos após a morte de Diana. Ela foi considerada por muitos pivô da crise no casamento de Charles com Diana, que se separaram em agosto de 1996.

À época, Diana atribuiu o divórcio à recusa de Charles em terminar seu caso com Camilla. Charles disse ter permanecido fiel ao casamento “até que ele se desfez”. Em comunicado oficial, o Palácio de Buckingham anunciou que o divórcio foi totalmente amigável.

Um ano depois, em 31 de agosto de 1997, Diana morreu vítima de um acidente de carro, em Paris, na França, enquanto fugia de um paparazzi.

Morte da Rainha: Anúncio no portão

Uma das formas de anunciar a morte de membros da realeza britânica é por meio de um texto fixado nos portões do Palácio de Buckingham. Isso aconteceu assim que a morte da rainha Elizabeth II foi confirmada nesta quinta-feira (8).

Além disso, a bandeira do Reino Unido foi postada na metade do mastro.

Como ficou a linha de sucessão ao trono?

Com a morte de Elizabeth II, Charles passa a ser o rei Charles III. Agora, a linha de sucessão é a seguinte:

Príncipe William
Príncipe George (filho mais velho de William)
Princesa Charlotte (segunda filha de William)
Príncipe Louis (terceiro filho de William)
Príncipe Harry (segundo filho de Charles)
Príncipe Archie Harrison (filho de Harry)
Lilibet Diana (segunda filha de Harry)
Andrew, duque de York (irmão de Charles)
Princesa Beatrice (filha de Andrew)
Sienna Elizabeth (filha de Beatrice)

Jair Bolsonaro: Elizabeth II foi uma mulher extraordinária e singular

O presidente Jair Bolsonaro publicou mensagens nas redes sociais para lamentar a morte da rainha Elizabeth II. Ele citou uma frase que atribuiu a ela: “Quando a vida parece difícil, os corajosos não se deitam e aceitam a derrota; em vez disso, estão ainda mais determinados a lutar por um futuro melhor”.

Ele também disse que é com grande pesar e comoção que o Brasil recebe a notícia do falecimento, e chamou Elizabeth II de uma mulher extraordinária e singular, “cujo exemplo de liderança, de humildade e de amor à pátria seguirá inspirando a nós e ao mundo inteiro até o fim dos tempos”.

O governo federal decretou luto de três dias.

Liz Truss e Charles III têm a primeira conversa como os novos líderes do Reino Unido

A nova primeira-ministra britânica, Liz Truss, conversou com o novo rei do país, Charles III, depois de fazer homenagear a rainha Elizabeth II e pedir união do povo britânico..

A líder política do país foi informada sobre a morte da rainha por seu secretário de gabinete. Ela precisa fazer uma reunião de seus ministros que estarão envolvidos em eventos para prestar homenagem à rainha.

Itamaraty: Elizabeth II foi símbolo de estabilidade

O Ministério de Relações Exteriores do Brasil publicou uma nota para lamentar a morte da rainha Elizabeth II. No texto, afirma-se que ao longo de seus mais de 70 anos de reinado, a monarca mais longeva na história do Reino Unido foi símbolo de liderança e estabilidade para o país e para o mundo.

“Sua visita em 1968, ao lado do Duque de Edimburgo, a Recife, Salvador, Brasília, São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro é lembrada pelo Governo e pelo povo brasileiro como marco da amizade entre o Brasil e o Reino Unido”, diz o texto.

Charles III assume o trono aos 73 anos

Com a morte da Rainha Elizabeth II, nesta quinta-feira (8), quem assume o trono é príncipe Charles. Primogênito da monarca, ele ocupa o trono após o reinado mais longo da história do Reino Unido, que durou mais de sete décadas. Segundo o jornal britânico “The Guardian”, o novo rei se chamará Charles III. Ele já fez seu primeiro pronunciamento.

“A morte da minha querida mãe, a majestade a rainha, é um momento de grande tristeza para mim e para os membros da minha família”, Charles em comunicado.

Ele tem 73 anos e é o monarca mais velho a iniciar um reinado. Ele já vinha assumindo aos poucos as funções da mãe, com o avanço da idade da mãe. Elizabeth ll e o príncipe Philip – que morreu em abril de 2021, aos 99 anos – tiveram outros três filhos: a princesa Anne, o príncipe Andrew e o príncipe Edward.

Por ser o mais velho, Charles é o primeiro na linha de sucessão ao trono. Depois dele, está o seu primeiro filho, o príncipe William, e, na sequência, o filho mais velho de William, o príncipe George.

Agora, o novo rei deve participar de uma audiência com o primeiro-ministro e realizar um pronunciamento à nação, além de viajar pelo Reino Unido.

Funeral da rainha será de Estado

A rainha Elizabeth II terá um funeral de Estado, uma cerimônia considerada muito pouco comum para líderes no Reino Unido. Outras personalidades que já tiveram o mesmo tratamento ao morrer foram Isaac Newton, Winston Churchill, além de todos os monarcas anteriores com exceção de Edward VIII.

Segundo a rede britânica “BBC”, este será o primeiro funeral de Estado desde Churchill, em 1965.

Rei se chamará Charles III, anuncia primeira-ministra

A primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, também se pronuncia agora sobre a morte da rainha Elizabeth II – pelos protocolos, o chefe do governo britânico é o primeiro a falar após o falecimento de um monarca.

“Nos próximos dias, nos reuniremos para celebrar sua extraordinária vida e seu legado”, disse. “Ela era amada e adorada ao redor do mundo. Agora o reinado passa para o rei Charles III.”

Rainha era uma grande amiga da ONU, diz o secretário-geral

O secretário-geral da ONU, António Guterres, publicou um texto em homenagem à rainha. Ele disse que ela era muito admirada por sua graça e dedicação, que era uma presença reconfortante e que em décadas de mudanças, que incluíram a descolonização da África e da Ásia.

A rainha, disse ele, era uma grande amiga da ONU. Guterres agradeceu a dedicação da rainha em servir o povo dela e afirmou que será lembrada por muito tempo.

Príncipe Charles: quem é o sucessor da rainha Elizabeth II

Charles Philip Arthur George, o príncipe Charles, assume o trono britânico após a morte da rainha Elizabeth II. Primogênito da monarca, ele ocupa o trono após o reinado mais longo da história do Reino Unido – Elizabeth permaneceu à frente por mais de sete décadas.

Charles tem 73 anos e é o monarca mais velho a iniciar um reinado. Ele já vinha assumindo aos poucos as funções da mãe, em meio ao avanço da idade da monarca.

Além de Charles, Elizabeth ll e o príncipe Philip – que morreu em abril de 2021, aos 99 anos – tiveram outros três filhos: a princesa Anne, o príncipe Andrew e o príncipe Edward.

Por ser o mais velho, Charles é o primeiro na linha de sucessão ao trono. Depois dele, está o seu primeiro filho, o príncipe William, e, na sequência, o filho mais velho de William, o príncipe George.

Agora, o novo rei deve participar de uma audiência com o primeiro-ministro e realizar um pronunciamento à nação, além de viajar pelo Reino Unido.

Príncipe de Gales
Charles tinha apenas 3 anos quando sua mãe assumiu o trono, após o falecimento do avô, o Rei George VI. Aos 9 anos, ele se tornou príncipe de Gales, título tradicional do herdeiro do trono britânico. Ele também herdou outros títulos de seus pais, como Duque da Cornualha e Duque de Edimburgo.

Charles foi o primeiro herdeiro de Elizabeth ll a ir para a escola e para a universidade. Entre as unidades de ensino, ele frequentou a Cheam School, nos arredores de Londres, Gordonstoun, no norte da Escócia, e Trinity College, em Cambridge.

Longa espera
O príncipe espera mais tempo do que qualquer um de seus antecessores para se tornar monarca. Em fevereiro de 2017, aos 90 anos, Elizabeth ll celebrou o Jubileu de Safira, tornando-se a soberana com o mais longo reinado da história britânica. Na ocasião, a rainha completava 65 anos de trono.

Agora, após os 70 anos da monarca à frente do trono britânico, Charles é o rei mais velho a iniciar um reinado.

Casamento conturbado com a princesa Diana
Charles se casou com Diana Spencer, a carismática princesa Diana, em 29 de julho de 1981. Cerca de 750 mil pessoas assistiram à cerimônia ao vivo pela televisão e outras 500 mil se aventuraram a acompanhar o evento presencialmente entre a Catedral de São Paulo e o Palácio de Buckingham.

Charles e Diana tiveram dois filhos: o príncipe William, nascido em 1982, e o príncipe Harry, em 1984.

Eles enfrentaram anos de problemas conjugais, que resultaram na separação em agosto de 1996. À época, Diana atribuiu o divórcio à recusa de Charles em terminar seu caso com a britânica Camilla Parker Bowles, considerada amante de longa data.

Charles disse ter permanecido fiel ao casamento “até que ele se desfez”. Em comunicado oficial, o Palácio de Buckingham anunciou que o divórcio foi totalmente amigável.

Um ano depois, em 31 de agosto de 1997, Diana morreu vítima de um acidente de carro, em Paris, na França, enquanto fugia de um paparazzi.

De pilar da separação a ‘rainha consorte’
Charles se casou com Camilla quase oito anos após a morte de Diana, em 2005. Ela se tornou, então, duquesa da Cornualha. Agora, vai se tornar “rainha consorte” – título que a rainha Elizabeth ll disse esperar que seja reconhecido.

Isso porque, considerada pilar da separação entre Charles e Diana, Camilla não era querida pelo público – mas viu seu índice de aprovação crescer graças a seus numerosos compromissos junto à família real.

O título de “rainha consorte” é dado à esposa de um monarca reinante. O conceito é diferente do título de rainha – caso de Elizabeth ll –, destinado a quem já nasce na família real e está automaticamente na linha de sucessão.

Na prática, uma rainha consorte tem a mesma posição social e o status do cônjuge. Historicamente, no entanto, não possui os mesmos poderes políticos.

Defesa do meio ambiente
Charles é um ambientalista de longa data e busca chamar atenção para o tema. Recentemente, ele disse que um de seus carros, da marca Aston Martin, foi modificado para funcionar à base de “queijo” e “vinho”.

Em entrevista à rede BBC, o então príncipe afirmou que modificou o automóvel para poder abastecê-lo com combustíveis de origem renovável.

O carro, que possui há mais de 50 anos, funciona com 85% de bioetanol, e 15% de gasolina sem chumbo. Na mistura, vai o excedente da produção local de vinho e o soro da fabricação de queijo.

Em 2021, ele disse entender a frustração de jovens ativistas ambientais, como a sueca Greta Thunberg, em relação à passividade de políticos diante da emergência climática.

“Todos esses jovens acham que nada acontece, então é claro que ficam frustrados”, afirmou o príncipe, de 72 anos.

Transição
O príncipe Charles já vinha assumindo as funções da mãe, em meio ao avanço da idade dela. Em maio deste ano, por exemplo, foi a primeira vez na história do reinado de Elizabeth que o príncipe substituiu a monarca na abertura do Parlamento Britânico. Ela não compareceu ao Palácio de Westminster por problemas de mobilidade. –

Em 70 anos de mandato, Elizabeth II só havia faltado duas vezes ao discurso, nos anos em que ela estava grávida dos seus filhos Andrews e Edward.

Nome real
Ao assumir o trono do Reino Unido, o herdeiro poderá escolher como ser chamado. Segundo os ritos oficiais, Charles tem duas opções. A primeira é seguir o caminho tradicional e assumir o título de rei Charles III.

Ele também pode adotar um “novo” nome real. Charles Philip Arthur George pode optar por um dos nomes do meio, como, por exemplo, rei George VII ou rei Philip.

Operação ‘London Bridge’: o que acontece após a morte da rainha Elizabeth II

A Inglaterra já tem um plano há anos que determinará o que acontece após a morte da rainha Elizabeth II.

O roteiro detalha ações a serem tomadas em minutos, horas e dias após o falecimento. Em 2007, o jornal “The Guardian” publicou alguns trechos —provavelmente houve mudanças, porque esse plano foi revisto duas a três vezes por ano por funcionários do governo e do palácio, pela polícia, pelo exército e pelas emissoras de TV.

O plano é conhecido como “Ponte de Londres”. De acordo com o que se sabe desse roteiro, o que ocorrerá será o seguinte:

O primeiro-ministro será alertado sobre a morte da rainha, que vão dizer “a Ponte de Londres está inoperante”;
Será colocado um aviso nos portões da residência oficial da monarca, o Palácio de Buckingham, e logo em seguida o mesmo texto será publicado no site da família real e nas contas de redes sociais.

No plano, a data da morte representa o “Dia D”, os seguintes são D+1, D+2, e assim por diante.

Dia D
O Centro de Resposta Global (FCDO) enviará a notícia para os 15 governos fora do Reino Unido onde a rainha é Chefe de Estado, e para os outros 38 países da Commonwealth, onde ela é respeitada.
Os ministros são imediatamente informados por e-mail do falecimento da rainha. Após isso, as bandeiras em Whitehall são abaixadas a meio mastro (em 10 minutos a partir do momento do anúncio)
Primeira-ministra Liz Truss fará pronunciamento oficial e programará evento com o novo Rei.

Dia D+1
O Conselho de Adesão deve se reunir com Charles para proclamá-lo rei;
Todos os trabalhos parlamentares serão suspensos por 10 dias;
Reunião entre a primeira-ministra, governo e o novo rei.

Dia D+2
O caixão da rainha retornará ao Palácio de Buckingham pelo trem real ou de avião.

Dia D+3
O rei Charles receberá a moção de condolências no Westminster Hall;
Em seguida, embarcará numa viagem de luto pelo Reino Unido, começando pela Escócia. Ele receberá uma moção de condolências no Parlamento escocês e participará de um serviço na Catedral de St Giles, em Edimburgo.

Dia D+4
Charles chegará à Irlanda do Norte, onde receberá outra moção de condolências no Castelo de Hillsborough e participará de um serviço na Catedral de St Anne em Belfast;
Haverá um ensaio para o transporte do caixão entre o Palácio de Buckingham e o Palácio de Westminster

Dia D+5
O caixão da rainha será transferido do Palácio de Buckingham para o Palácio de Westminster através de uma rota cerimonial por Londres. Quando chegar, haverá um serviço memorial no Westminster Hall.

Dia D+6
O corpo da rainha ficará no Palácio de Westminster por 3 dias recebendo visitas. Os ingressos começarão a ser comercializados;
Será realizado um ensaio para o cortejo do funeral de Estado.

Dia D+7
Charles viajará para o País de Gales, para receber uma moção do Parlamento galês e assistir a um serviço na Catedral de Liandaff em Cardiff.

Dia D+8 e +9
Milhares de pessoas devem prestar suas homenagens à monarca mais longeva da história do Reino Unido

Dia D+10
Este dia será proclamado Dia de Luto Nacional;
Funeral de Estado será realizado na Abadia de Westminster;
Haverá 2 minutos de silêncio ao meio-dia em todo o país;
Serão 2 procissões, em Londres e Windsor;
A Rainha será sepultada no Castelo de Windsor, na Capela Memorial do Rei George VI (ao lado de seu pai).

Depois deste processo, o retrato da rainha ficará pendurado com uma fita preta em todas as prefeituras por um mês (o período de luto), até de ser transferido para um “local adequado” e trocado por um retrato do novo rei.

Todas as flores colocadas dentro e ao redor de palácios reais e prefeituras públicas serão removidas após o funeral de estado.