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TSE multa cooperativa de MS por propaganda antecipada em outdoor pró-Bolsonaro

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por maioria, impor multa de R$ 5 mil à Cooperativa dos Produtores Agropecuaristas do Paraíso (Copper) por propaganda eleitoral antecipada em outdoor para o presidente da República e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL).

O painel exibia uma foto de Bolsonaro e a seguinte frase: “Pela democracia, por nossas famílias, por quem produz! Copper e produtores da região juntos com Bolsonaro”.

Fotografias anexadas ao processo apresentam outdoors pró-Bolsonaro em vários locais do Brasil, incluindo nas cidades sul-mato-grossenses de Camapuã, Paraíso das Águas, Chapadão do Sul e Douradina.

A representação foi proposta pelo diretório nacional do PT. De acordo com o processo, o partido afirmou que houve propaganda antecipada e solicitou que o Ministério Público apurasse se houve abuso do poder econômico por parte do presidente da República, conduta passível de cassação e inelegibilidade.

A Corte negou as solicitações contra Bolsonaro por entender que não foram apresentadas provas de que ele sabia da instalação do outdoor.

Segundo o processo, o ministro Sérgio Banhos avaliou que não havia dúvida sobre a responsabilidade da cooperativa. Apesar de não haver pedido explícito de voto, o ministro observou violação da Lei das Eleições, que proíbe propaganda por meio de outdoor.

“Trata-se de outdoor, meio de propaganda proscrito, cuja utilização pode configurar propaganda eleitoral antecipada, independentemente de pedido explícito de voto e de uso de palavras semanticamente idênticas. Entendo, com todas as vênias, evidenciada a propaganda eleitoral antecipada”, afirmou Banhos.

Pesquisa Ipec com eleitores de PE aponta: Lula tem 60% e Bolsonaro, 22% no estado

Pesquisa Ipec divulgada nesta terça-feira (30) revela os índices de intenção de voto para o cargo de presidente entre os eleitores de Pernambuco. O ex-presidente Lula (PT) lidera a disputa no estado, com 60%, contra 22% do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Os índices são semelhantes aos registrados na pesquisa Ipec divulgada no dia 15 de agosto, quando o ex-presidente teve 63%, uma diferença dentro da margem de erro, e o atual presidente, os mesmos 22%.

A pesquisa contratada pela Globo ouviu 1.200 eleitores entre os dias 27 e 29 de agosto em 51 cidades pernambucanas. Margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo PE-09127/2022 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08477/2022.

Resposta estimulada e única:

Lula (PT): 60% (63% na pesquisa anterior, em 15 de agosto)
Jair Bolsonaro (PL): 22% (22% na pesquisa anterior)
Ciro Gomes (PDT): 8% (4% na pesquisa anterior)
Simone Tebet (MDB): 1% (1% na pesquisa anterior)
Roberto Jefferson (PTB): 1% (não participou do levantamento anterior*)
Vera Lúcia (PSTU): 1% (1% na pesquisa anterior)
Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)
Pablo Marçal (PROS): 0% (0% na pesquisa anterior)
Felipe d’Avila (Novo): 0% (0% na pesquisa anterior)
Constituinte Eymael (Democracia Cristã): 0% (0% na pesquisa anterior)
Léo Péricles (Unidade Popular): 0% (0% na pesquisa anterior)
Soraya Thronicke (União Brasil): 0% (0% na pesquisa anterior)
Branco/nulo: 4% (6% na pesquisa anterior)
Não sabem/Não responderam: 3% (3% na pesquisa anterior)

O nome do candidato Roberto Jefferson (PTB) constou pela primeira vez na pesquisa.

Ipec: 53% reprovam gestão do governador Paulo Câmara em PE; 15% aprovam

Levantamento do Ipec divulgado na noite desta terça-feira (30) pela Globo mostrou que 53% dos entrevistados reprovam a gestão do governador Paulo Câmara (PSB) em Pernambuco, 28% aprovam e 15% avaliam como regular.

Os índices são semelhantes aos registrados na pesquisa Ipec divulgada no dia 15 de agosto, quando Câmara teve os mesmos índices de reprovação e aprovação, enquanto o percentual de eleitores que acham seu governo regular oscilou de 29% para 28%.

Veja os resultados da pesquisa:

Ótimo/bom: 15% (15% na pesquisa anterior, em 15 de agosto)
Regular: 28% (29% na pesquisa anterior)
Ruim/péssimo: 53% (53% na pesquisa anterior)
Não sabem: 4% (4% na pesquisa anterior)

A pesquisa ouviu 1.200 pessoas entre os dias 27 e 29 de agosto em 51 cidades pernambucanas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08477/2022.

O Ipec também divulgou, mais cedo, o resultado de pesquisa de intenção de voto em Pernambuco:

A candidata do Solidariedade, Marília Arraes, lidera a disputa com 33% das intenções de voto, seguida por Raquel Lyra (PSDB), com 12%; Anderson Ferreira (PL), 11%; Miguel Coelho (União Brasil), 9%; e Danilo Cabral (PSB), 8%.

Pesquisa Ipec em Pernambuco para o Senado: Teresa, 15%, André, 13%, Guilherme, 10%, Gilson, 7%

Pesquisa do Ipec divulgada nesta terça-feira (30) pela Globo revela os índices de intenção de voto para o cargo de senador por Pernambuco. A candidata do PT, Teresa Leitão, assumiu a liderança da disputa, com 15% das intenções de voto, seguida pelo candidato do PSD, André de Paula, com 13%.

Os dois candidatos inverteram de posição com oscilações dentro da margem de erro, no comparativo com 15 de agosto, data do levantamento anterior do Ipec para o cargo de senador por Pernambuco.

Guilherme Coelho (PSDB) subiu um ponto percentual e atingiu 10% das intenções; e Gilson Machado (PL) manteve os mesmos 7%. Carlos Andrade Lima (União Brasil) e Roberta Rita (PCO) estão empatados com 4%, cada, após aumento de um ponto percentual.

Esteves Jacinto (PRTB), Dayse Medeiros (PSTU) e Eugênia Lima (PSOL) mantiveram os mesmos percentuais da pesquisa anterior: respectivamente, 3%, 2% e 1%.

Resposta estimulada e única:

Teresa Leitão (PT): 15% (12% na pesquisa anterior, em 15 de agosto)
André de Paula (PSD): 13% (14% na pesquisa anterior)
Guilherme Coelho (PSDB): 10% (9% na pesquisa anterior)
Gilson Machado (PL): 7% (7% na pesquisa anterior)
Carlos Andrade Lima (União Brasil): 4% (3% na pesquisa anterior)
Roberta Rita (PCO): 4% (3% na pesquisa anterior)
Esteves Jacinto (PRTB): 3% (3% na pesquisa anterior)
Dayse Medeiros (PSTU): 2% (2% na pesquisa anterior)
Eugênia Lima (PSOL): 1% (1% na pesquisa anterior)
Teio Ramos (PMB): * (1% na pesquisa anterior)
Brancos e nulos: 23% (27% na pesquisa anterior)
Não souberam: 18% (19% na pesquisa anterior)

O candidato Teio Ramos (PMB) não aparece nesta pesquisa, pois a candidatura dele foi retirada pelo Partido da Mulher Brasileira.

A pesquisa ouviu 1.200 pessoas entre os dias 27 e 29 de agosto em 51 cidades pernambucanas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08477/2022.

Ipec: 25% não votariam em Danilo para governador de PE; 20% rejeitam Pastor Wellington

Pesquisa do Ipec divulgada nesta terça-feira (30) pela Globo revela que Danilo Cabral (PSB) tem a maior rejeição entre os candidatos ao governo de Pernambuco.

A parcela de 25% dos entrevistados afirma que não votaria de jeito nenhum em Danilo. Na sequência, aparece Pastor Wellington (PTB), com 20% de rejeição.

No comparativo com a pesquisa anterior, de 15 de agosto, Danilo aumentou cinco pontos percentuais na rejeição; e Pastor Wellington, nove.

Candidatos em que não votaria de jeito nenhum:

Danilo Cabral (PSB): 25% (22% na pesquisa anterior, em 15 de agosto)
Pastor Wellington (PTB): 20% (11% na pesquisa anterior)
Anderson Ferreira (PL): 18% (18% na pesquisa anterior)
Marília Arraes (Solidariedade): 16% (19% na pesquisa anterior)
Miguel Coelho (União Brasil): 16% (18% na pesquisa anterior)
João Arnaldo (PSOL): 16% (16% na pesquisa anterior)
Ubiracy Olímpio (PCO): 14% (13% na pesquisa anterior)
Jones Manoel (PCB): 14% (12% na pesquisa anterior)
Jadilson Bombeiro (PMB): 13% (12% na pesquisa anterior)
Claudia Ribeiro (PSTU): 13% (11% na pesquisa anterior)
Raquel Lyra (PSDB): 11% (14% na pesquisa anterior)

Poderia votar em todos (resposta espontânea): 3% (2% na pesquisa anterior)

Não sabe: 22% (27% na pesquisa anterior)

A pesquisa ouviu 1.200 pessoas entre os dias 27 e 29 de agosto em 51 cidades pernambucanas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08477/2022.

Próximo debate em Caruaru: Marília Arraes não vai

É certo que Marília Arraes não vai ao debate promovido pela TV Nova e Rádio Cultura do Nordeste nesta quinta a noite.

O card de divulgação já está sendo divulgado sem a participação de Marília, que também não compareceu ao encontro semana passada no Shopping Difusora.

Estão confirmados Anderson Ferreira (PL), Danilo Cabral (PSB), Raquel Lyra (PSDB), João Arnaldo (PSOL), Miguel Coelho (União Brasil) e Pastor Wellington (PTB).

O debate acontecerá no Centro de Convenções Empresário Djalma Farias, com mediação de Rhaldney Santos.

Marília já havia adiantado essa semana à Cidade FM a intenção e estratégia de não ir, tida como normal para quem lidera pesquisas. “Só aí em Caruaru foram quatro convites para debates e seis sabatinas e estamos com muito cuidado com essa agenda de debates e sabatinas. Agora eu pergunto a vocês: foi um debate de ideias? Vi trechos e só troca de farpas e agressões”.

Danilo Cabral cutucou: “Eu não consigo entender como algumas candidaturas ainda fogem do debate e privam a população da oportunidade de conhecer as suas ideias. Ou será justamente esse o problema, revelar um lado que prefere manter secreto?”, escreveu o perfil de Danilo no Twitter.

Na sua rede social, a candidata Raquel Lyra também questionou a ausência. “Vamos fazer um debate sobre o futuro de Pernambuco. Fiquei surpresa com a sua ausência no debate de Caruaru. E fiquei sabendo que você não deve ir para os outros. Espero que em um momento tão importante para Pernambuco, você não fuja dos debates”.

Ipec: Zema tem 44% e Kalil tem 24% na disputa para o governo de Minas

Pesquisa do instituto Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta terça-feira (30), encomendada pela TV Globo, revela os índices de intenção de voto para o cargo de governador de Minas Gerais. O candidato do Novo, Romeu Zema, lidera a disputa com 44% das intenções de voto.

A pesquisa ouviu 1.504 pessoas nos dias 27 a 29 de agosto em 83 cidades mineiras. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número MG‐09592/2022.

Esta é a segunda pesquisa de intenção de voto do instituto com eleitores do estado de Minas Gerais. Foram apresentados como candidatos: Alexandre Kalil (PSD), Cabo Tristão (PMB), Carlos Viana (PL), Indira Xavier (Unidade Popular), Lorene Figueiredo (PSOL), Lourdes Francisco (PCO), Marcus Pestana (PSDB), Renata Regina (PCB), Romeu Zema (Novo) e Vanessa Portugal (PSTU).

Veja o resultado da pesquisa estimulada:
Resposta estimulada e única, em %:

Romeu Zema (Novo): 44% (na pesquisa anterior, de 15/8, estava com 40%)
Alexandre Kalil (PSD): 24% (22% na pesquisa anterior)
Carlos Viana (PL): 3% (5% na pesquisa anterior)
Cabo Tristão (PMB): 1% (1% na pesquisa anterior)
Lorene Figueiredo (PSOL): 1% (1% na pesquisa anterior)
Marcus Pestana (PSDB): 1% (2% na pesquisa anterior)
Renata Regina (PCB): 1% (1% na pesquisa anterior)
Vanessa Portugal (PSTU):1% (1% na pesquisa anterior)
Brancos e nulos: 11% (11% na pesquisa anterior)
Não souberam: 13% (15% na pesquisa anterior)

As candidatas Indira Xavier (Unidade Popular) e Lourdes Francisco (PCO) não pontuaram. Lourdes Francisco tinha 1% dos votos na pesquisa anterior.

Em relação à pesquisa anterior, as intenções de voto em Romeu Zema avançam de 38% para 48% entre os eleitores com ensino médio. O atual governador também é destaque na preferência de quem avalia sua gestão como ótima ou boa, obtendo 70% da preferência.

Além disso, nesta pesquisa, Zema é mencionado de forma mais expressiva entre eleitores com renda familiar superior a cinco salários mínimos (55%). É mais citado por homens (48%) do que por mulheres (40%).

Alexandre Kalil se destaca na preferência dos moradores da Região Metropolitana de Belo Horizonte, com 36%. O candidato também cresce nas pesquisas à medida em que a avaliação do atual governo piora. Ele tem 35% de intenção de voto entre aqueles que fazem uma avaliação regular e 52% entre os eleitores que avaliam a gestão como ruim ou péssima.

Os demais candidatos apresentam intenções de voto distribuídas de maneira homogênea nos segmentos analisados.

Veja o resultado da pesquisa estimulada para o 2º turno:
Romeu Zema (Novo): 52%
Alexandre Kalil (PSD): 30%
Branco/Nulo: 10%
Não sabe/Não respondeu: 9%

Pesquisa espontânea
Pesquisa espontânea e única, em %:

Romeu Zema (Novo): 30%
Alexandre Kalil (PSD): 17%
Carlos Viana (PL): 2%
Outras respostas: 1%
Em branco/nulo/nenhum: 9%
Não sabe: 40%

Os candidatos Cabo Tristão (PMB), Indira Xavier (Unidade Popular), Lorene Figueiredo (PSOL), Lourdes Francisco (PCO), Marcus Pestana (PSDB), Renata Regina (PCB) e Vanessa Portugal (PSTU) não pontuaram.

Pesquisa Ipec em Pernambuco: Marília, 33%, Raquel, 12%, Anderson, 11%, Miguel, 9%, Danilo, 8%

Pesquisa Ipec divulgada nesta terça-feira (30), encomendada pela Globo, mostra que Marília Arraes (Solidariedade) se manteve na liderança da disputa, com 33% das intenções de voto para o governo de Pernambuco, mesmo percentual apresentado no levantamento anterior do instituto, em 15 de agosto

Em seguida, vêm Raquel Lyra (PSDB), com 12%; Anderson Ferreira (PL), com 11%; Miguel Coelho (União Brasil), com 9%; e Danilo Cabral (PSB), com 8%. Os quatro candidatos continuam empatados tecnicamente no limite da margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Raquel e Anderson tiveram um crescimento de 1%, Miguel se manteve com o mesmo percentual e Danilo aumentou 2% nas intenções de voto, o que indica um cenário estável na disputa pelo governo estadual.

Intenção de voto estimulada:

Marília Arraes (Solidariedade): 33% (33% na pesquisa anterior, em 15 de agosto)
Raquel Lyra (PSDB): 12% (11% na pesquisa anterior)
Anderson Ferreira (PL): 11% (10% na pesquisa anterior)
Miguel Coelho (União Brasil): 9% (9% na pesquisa anterior)
Danilo Cabral (PSB): 8% (6% na pesquisa anterior)
João Arnaldo (PSOL): 2% (1% na pesquisa anterior)
Pastor Wellington (PTB): 1% (0% na pesquisa anterior)
Claudia Ribeiro (PSTU): 1% (1% na pesquisa anterior)
Jones Manoel (PCB): 1% (1% na pesquisa anterior)
Jadilson Bombeiro (PMB): 0% (1% na pesquisa anterior)
Ubiracy Olímpio (PCO): 0% (0% na pesquisa anterior)
Brancos e nulos: 13% (17% na pesquisa anterior)
Não souberam: 9% (9% na pesquisa anterior)

A pesquisa ouviu 1.200 pessoas entre os dias 27 e 29 de agosto em 51 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR08477/2022.

Pesquisa Ipec no DF: Ibaneis tem 41%, Leila, 9% e Paulo Octávio, 9%

A pesquisa do Instituto Ipec divulgada nesta terça-feira (30) pela TV Globo revela os índices de intenção de voto para o cargo de governador do Distrito Federal. O candidato à reeleição pelo MDB, Ibaneis Rocha, lidera a disputa com 41% das intenções de voto.

A pesquisa ouviu 1,2 mil pessoas entre os dias 27 e 29 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR- 00009/2022.

Esta é a segunda pesquisa de intenção de voto do instituto com eleitores do Distrito Federal –a primeira havia sido divulgada em 15 de agosto. Foram apresentados como candidatos: Coronel Moreno (PTB), Ibaneis Rocha (MDB), Izalci (PSDB), Keka Bagno (PSOL), Leandro Grass (PV), Leila Barros (PDT), Lucas Salles (Democracia Cristã – DC), Paulo Octávio (PSD), Renan Arruda (PCO), Robson da Silva (PSTU) e Teodoro da Cruz (PCB).

O ex-secretário de Educação Rafael Parente (PSB) desistiu de concorrer ao GDF em 25 de agosto, no entanto, o nome dele foi levado em consideração no levantamento, já que a saída do candidato ocorreu após o registro da pesquisa.

Veja o resultado da nova pesquisa estimulada (resposta estimulada e única, em %):
Ibaneis Rocha (MDB): 41% (38% na pesquisa anterior, em 15 de agosto)
Leila do Vôlei (PSD): 9% (8% na pesquisa anterior)
Paulo Octávio (PSD): 9% (9% na pesquisa anterior)
Leandro Grass (PV): 7% (4% na pesquisa anterior)
Izalci (PSDB): 5% (5% na pesquisa anterior)
Renan Arruda (PCO): 2% (não pontuou na pesquisa anterior)
Keka Bagno (PSOL): 1% (2% na pesquisa anterior)
Coronel Moreno (PTB): 1% (não pontuou na pesquisa anterior)
Robson da Silva (PSTU): 1% (não pontuou na pesquisa anterior)
Não sabe ou não respondeu: 11% (10% na pesquisa anterior)
Branco/nulo: 13% (19% na pesquisa anterior)

Rafael Parente (PSB), que retirou a candidatura, e Lucas Salles (DC) ficaram com menos de 1%. Teodoro da Cruz (PCB) não pontuou na pesquisa divulgada nesta terça (30).

Em 15 de agosto Rafael Parente havia ficado com 3% e Lucas Salles com 1%. Renan Arruda (PCO), Robson da Silva (PSTU) e Teodoro da Cruz (PCB) não pontuaram na primeira pesquisa.

Ipec no RJ: com 26%, Castro abre vantagem para Freixo, com 19%

Pesquisa Ipec divulgada nesta terça-feira (30), encomendada pela TV Globo, aponta que Cláudio Castro (PL) abriu vantagem sobre Marcelo Freixo (PSB) na corrida pelo Governo do Rio de Janeiro. Na comparação com a pesquisa anterior, divulgada em 15 de agosto, o atual governador subiu cinco pontos percentuais, enquanto o deputado federal subiu dois.

Cláudio Castro (PL): foi de 21% para 26%
Marcelo Freixo (PSB): foi de 17% para 19%
Rodrigo Neves (PDT): foi de 5% para 6%
Cyro Garcia (PSTU): foi de 3% para 4%
Juliete Pantoja (UP): se manteve com 3%
Eduardo Serra (PCB): foi de 3% para 2%
Wilson Witzel (PMB): foi de 4% para 2%
Paulo Ganime (Novo): foi de 1% para 2%
Luiz Eugênio (PCO): foi 0% para 1%
Brancos e nulos: foi de 26% para 19%
Não sabe/Não respondeu: foi de 15% para 16%

Milton Temer teve 1% na primeira pesquisa, mas não foi incluído na pesquisa porque não será mais candidato a governador. O PSOL decidiu apoiar Freixo, do PSB.

O ex-governador Wilson Witzel sofreu impeachment no ano passado. Segundo o Tribunal de Justiça, ele está inelegível pelo prazo de cinco anos e não pode exercer qualquer função pública. O ex-governador tenta na Justiça recuperar os direitos políticos. O PMB afirma que ele está apto a se candidatar. O Tribunal Regional Eleitoral informou que vai analisar o caso.

Votos válidos
O Ipec também calculou o percentual dos votos válidos, quando se exclui as menções aos votos brancos, nulos e indecisos, considerando somente os votos atribuídos aos candidatos. Veja os números:

Cláudio Castro (PL): 40%
Marcelo Freixo (PSB): 28%
Rodrigo Neves (PDT): 9%
Cyro Garcia (PSTU): 7%
Juliete Pantoja (UP): 5%
Eduardo Serra (PCB): 4%
Wilson Witzel (PMB): 3%
Paulo Ganime (Novo): 2%
Luiz Eugênio (PCO): 1%

Pesquisa espontânea

Cláudio Castro (PL): foi de 11% para 16%
Marcelo Freixo (PSB): foi de 5% para 9%
Rodrigo Neves (PDT): foi de 1% para 2%
Cyro Garcia (PSTU): foi de 0% para 1%
demais candidatos: não pontuaram nas duas pesquisas
Outros: foi de 4% para 2%
Branco/nulo: foi de 17% para 15%
Não sabe/prefere não opinar: foi de 62% para 55%

Segundo turno
O Ipec também perguntou ao eleitor em quem ele votaria num eventual segundo turno entre Cláudio Castro e Marcelo Freixo. Nesta pesquisa, os dois estão tecnicamente empatados.

Cláudio Castro (PL): 38%
Marcelo Freixo (PSB): 35%
Brancos e Nulos: 17%
Não sabe/não respondeu: 11%

Avaliação

O Ipec também avaliou a gestão atual do governador Cláudio Castro.

Ótima/boa: foi de 23% para 29%
Regular: foi de 40% para 36%
Ruim/Péssima: foi de 26% para 23%
Não sabem avaliar: manteve 12%

Rejeição
A pesquisa também aponta que Wilson Witzel (PMB) se manteve o candidato que tem maior rejeição na disputa pelo governo do RJ. Ao todo, 44% dos entrevistados (2 pontos percentuais a mais que a pesquisa anterior) afirmam que não votariam de jeito nenhum em Witzel, que sofreu impeachment em 2020.

Candidatos que não votaria de jeito nenhum:

Wilson Witzel (PMB): foi de 42% para 44%
Marcelo Freixo (PSB): foi de 24% para 23%
Cláudio Castro (PL): foi de 14% para 15%
Cyro Garcia (PSTU): foi de 13% para 14%
Juliete Pantoja (UP): foi de 13% para 11%
Eduardo Serra (PCB): se manteve em 10%
Rodrigo Neves (PDT): foi de 9% para 10%
Luiz Eugênio (PCO): foi de 5% para 8%
Paulo Ganime (NOVO): foi de 5% para 7%
Poderia votar em todos (resposta espontânea): foi de 5% para 3%
Não sabem ou preferem não opinar: foi de 18% para 19%

Os entrevistados podem citar mais de um candidato, portanto os resultados somam mais de 100%.

Pesquisa Ipec em São Paulo: Haddad tem 32%, Tarcísio, 17%, Rodrigo, 10%

Pesquisa do Ipec (ex-Ibope) divulgada nesta terça-feira (30), encomendada pela Globo, revela os índices de intenção de voto para o cargo de governador de São Paulo. Fernando Haddad (PT) lidera a disputa com 32% das intenções de voto, seguido por Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem 17%, e Rodrigo Garcia (PSDB), com 10%.

Enquanto Haddad e Rodrigo oscilaram positivamente dentro da margem de erro, Tarcísio cresceu cinco pontos percentuais e se isolou como segundo colocado (confira os detalhes abaixo).

A pesquisa ouviu 1.504 pessoas entre os dias 29 e 30 de agosto em 65 municípios paulistas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-00761/2022. É o primeiro levantamento após o início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão.

Veja o resultado da pesquisa estimulada para o 1º turno
Resposta estimulada e única, em %:

Fernando Haddad (PT): 32% (na pesquisa anterior, de 15/8, estava com 29%)
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 17% ( 12% na pesquisa anterior)
Rodrigo Garcia(PSDB): 10% (9% na pesquisa anterior)
Carol Vigliar (Unidade Popular): 2% ( 2% na pesquisa anterior)
Antonio Jorge (DC): 1% (não participou do levantamento anterior*)
Elvis Cezar (PDT): 1% ( 2% na pesquisa anterior)
Altino Júnior (PSTU): 1% (2% na pesquisa anterior)
Vinicius Poit (Novo): 1% ( 2% na pesquisa anterior)
Gabriel Colombo (PCB): 1% (2 % na pesquisa anterior)
Edson Dorta (PCO): 0% (1% na pesquisa anterior)
Brancos e nulos: 15% (23% na pesquisa anterior)
Não souberam: 20% (16% na pesquisa anterior)

TSE decide proibir o porte de armas nas seções eleitorais

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por unanimidade, votou na noite desta terça-feira (30) para proibir o porte de armas em seções eleitorais.

A exceção para a regra são os membros das forças de segurança que estejam a trabalho e sejam requisitados pela autoridade eleitoral a entrar em uma determinada seção.

O tribunal analisou uma uma consulta pública enviada por nove partidos da oposição. Eles argumentavam que deveria haver uma restrição do porte de armas.

O relator, ministro Ricardo Lewandowski, determinou que, dois dias antes da votação, no dia do pleito e nas 24 horas seguintes, ninguém se aproxime armado a menos de 100 metros do local de votação, a não ser no caso da exceção dos policiais.

Lewandowski foi acompanhado pelos demais seis ministros.

No voto, o relator disse que o Brasil vive um quadro de “acentuada confrontação” e que a violência política atinge diferentes grupos, de direita e esquerda.

Ele explicou que a medida para restringir armas visa garantir o direito ao voto livre.

“A ideia subjacente à proibição da presença de pessoas armadas no local de votação é, por óbvio, proteger o exercício do sufrágio de qualquer ameaça, concreta ou potencial, independentemente de sua procedência”, disse Lewandowski.

O ministro ponderou que lideranças políticas devem ter responsabilidade para não agravar as tensões eleitorais. Sem citar nomes, criticou autoridades que, a pretexto de defender a democracia, acabam minando seus pilares. Lewandowski também mencionou a invasão ao Capitólio, nos Estados Unidos.

O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, alertou que portar arma no local de votação vai ser enquadrado como crime eleitoral e porte ilegal de arma.

O tema das armas nas eleições foi um dos assuntos debatidos durante reunião de Moras comcom os comandantes-gerais das polícias militares, na semana passada.

A violência tem sido uma preocupação do tribunal neste pleito. Em julho, em Foz do Iguaçu, o bolsonarista Jorge Guaranho assassinou o tesoureiro do PT Marcelo Arruda durante a festa de aniversário do petista, que tinha o partido como tema de decoração.

Lula se reúne com governadores e propõe recriação do Ministério da Segurança Pública

O candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, propôs nesta terça-feira (30) a recriação do Ministério da Segurança Pública.

A pasta existiu durante o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), mas, na gestão do atual presidente Jair Bolsonaro (PL), foi incorporada ao Ministério da Justiça.

Lula sugeriu a recriação em São Paulo, onde se reuniu com governadores, ex-governadores e representantes de forças de segurança para debater propostas para a área. A volta do Ministério da Segurança Pública também está no radar do candidato do PL à reeleição.

“Nós estamos propondo a criação do Ministério da Segurança Pública, sem que haja nenhuma interferência na política do estado. O que nós queremos é aumentar a participação da União sem interferir naquilo que é obrigação dos estados hoje”, afirmou o petista.

“Essa é uma reivindicação já um pouco antiga, questionada por esses companheiros governadores há muito tempo. E eu acho que a gente vai poder consagrar isso nesta campanha e consagrar a execução, se viermos a ser eleitos”, acrescentou Lula.

Além do Ministério da Segurança Pública, Lula já falou, neste ano, em criar os ministérios da Mulher, dos Povos Originários, da Igualdade Racial e recriar o da Cultura.

Participaram da reunião com o candidato do PT nesta terça-feira em São Paulo os governadores de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB); e da Bahia, Rui Costa (PT). Também estiveram presentes Renan Filho (MDB), ex-governador de Alagoas; e Wellington Dias (PT), ex-governador do Piauí. Geraldo Alckmin, candidato a vice na chapa de Lula, acompanhou as discussões.

Durante discurso, Lula também disse que, em um eventual governo, uma das propostas será “retomar o Estatuto do Desarmamento” aprovado em 2003, que mudou as regras de porte e posse de armas no país.

O petista defendeu ainda o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) com atuação integrada de forças de segurança com Ministério Público e Defensoria Pública. E falou em criar um “comitê científico” para estruturação do setor “com planejamento, metas e avaliações”.

Entre outros pontos, o presidenciável do PT também propôs:

acordo com países vizinhos para combate ao tráfico de drogas e para uma política integrada nas fronteiras com atuação das Forças Armadas;
assegurar a liberação aos estados de recursos do Fundo de Segurança Pública e do Fundo Penitenciário;
valorização de profissionais de segurança pública;
monitoramento e combate à movimentação financeira de organizações criminosas;
reorganizar o sistema penitenciário, separando presos por grau de periculosidade, e com programas de trabalho e educação para a ressocialização;
disseminar a Patrulha Maria da Penha, com participação das guardas municipais, para combater a violência contra as mulheres.

Segundo o presidenciável do PT, essas propostas serão levadas pelo coordenador da campanha, o ex-ministro da Casa Civil Aloizio Mercadante, para os demais partidos que compõem a coligação Brasil da Esperança.

“Isso sendo aprovado, isso vai ser anunciado como um programa de segurança pública do próximo governo do Brasil chefiado por mim e pelo Geraldo Alckmin”, afirmou.

Bolsonaro diz que vai ‘evitar’ concursos para ‘proteger’ os servidores: ‘Máquina no limite’

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (30) que pretende “evitar” novos concursos públicos para “proteger” os servidores da ativa. Segundo ele, se forem feitas novas contratações, poderia faltar dinheiro para os salários, porque a máquina pública está “no limite”.

O presidente participou em Brasília de um encontro organizado pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviço (Unecs).

Durante sua fala, Bolsonaro disse que seu governo, desde o início, teve de lidar com o teto de gastos, aprovado na gestão do ex-presidente Michel Temer. Isso, segundo Bolsonaro, impôs uma necessidade de limitar despesas com pessoal.

“Acredito que o teto do Temer foi para estancar a hemorragia. Sou o primeiro governante que tem um teto de gastos. Quando nós assumimos, cortamos mais de 20 mil cargos em comissão. Foi um grande sinalizador. Vamos evitar concursos públicos, até para proteger os atuais servidores. Muitos jovens ficam chateados, mas a máquina está no seu limite”, afirmou o presidente.

Ele disse ainda que novas contratações aumentariam os gastos e poderia levar à falta de dinheiro para pagar salários. “Chega num ponto que não tem dinheiro para pagar mais ninguém”, argumentou.

Mesmo defendendo a contenção de gastos, Bolsonaro afirmou que pretende dar reajustes a servidores, caso seja reeleito.

“Vai ter que dar reajuste para servidor. [Já estão há] Três anos sem reajuste. Passaram por anos difíceis. O não concurso público, aposentadoria e outras coisas. A gente encaixa aí”, disse o presidente.

QG de Bolsonaro ainda conta com impacto do Auxílio Brasil; Lula repensa estratégia para evangélicos

A equipe de campanha de Jair Bolsonaro (PL) admite que o Auxílio Brasil de R$ 600 não teve, até aqui, o impacto esperado na campanha do presidente à reeleição.

O benefício, que era de R$ 400, passou para R$ 600 neste mês, após o Congresso – controlado pelo Centrão, que comanda também o governo – dar aval ao presidente da República para descumprir regras fiscais em ano eleitoral.

A primeira pesquisa Ipec feita após o início dos pagamentos turbinados – entre 12 e 14 de agosto – apontou Lula com 44% de votos no 1º turno e Bolsonaro, com 32%.

Naquele momento, a campanha do presidente podia avaliar que o Auxílio Brasil ainda não havia feito efeito pois, embora o governo federal tenha antecipado os pagamentos, eles só chegaram a todos os beneficiários, o que só aconteceu em 22 de agosto.

A situação não mudou nem mesmo entre quem recebe Auxílio Brasil e outros benefícios do governo federal: Lula segue com 52% e Bolsonaro foi de 27% para 29%, uma variação dentro da margem de erro.

Ainda assim, a equipe de campanha do presidente da República acredita que o Auxílio Brasil ainda pode fazer algum efeito, especialmente se somado à redução no preço dos combustíveis.

O QG da reeleição também pretende insistir na estratégia de colar em Lula a pecha de corrupto – como vem fazendo desde antes do início da campanha eleitoral, e como ficou evidente no tipo dos ataques feitos por Bolsonaro ao petista durante o debate da Band.

Em relação aos evangélicos, a equipe de Bolsonaro avalia que o espaço para crescimento da vantagem do presidente em relação a Lula se aproxima do limite. No Ipec, Bolsonaro foi de 47% para 48% e Lula, de 29% para 26% nesse segmento – variações dentro da margem de erro

Lula busca apoio de cantoras evangélicas

Já o comitê de campanha de Lula vai revisar a estratégia para o eleitorado evangélico e, além de explorar mais a defesa das armas de fogo feita por Bolsonaro – algo que, avaliam os petistas, desgasta o presidente com esse público – pretende buscar o apoio de cantoras que são do segmento e possam ajudar o ex-presidente a dialogar melhor com essas eleitoras.

A equipe de campanha do PT também costura um encontro com lideranças evangélicas do Rio de Janeiro – terceiro maior colégio eleitoral do país – a ocorrer na semana de 8 de setembro.

Bolsonaro e Lula vão atrás de eleitores de Ciro Gomes

O novo Ipec também estimulou as campanhas de Lula e Bolsonaro a reforçar a busca por eleitores de Ciro Gomes (PDT), que segue estagnado com um dígito (7%, ante 6% na pesquisa feita entre 12 a 14 de agosto).

Na campanha do PT, a ideia é continuar a acenar para o eleitor do pedetista apostando numa maior identificação dele com a esquerda

Já a equipe de Bolsonaro trabalha para evitar que Ciro declare apoio a Lula ainda no primeiro turno, Além disso, investe em viralizar críticas do pedetista ao petista, como o trecho do debate da Band em que Ciro afirma que Lula estava preso e, por isso, não foi para Paris no segundo turno de 2018.